quinta-feira, 14 de julho de 2016

Coisas pensadas precipitadamente



E o quê que há de errado em me interessar por mulheres muito mais velhas do que eu? O que há de vergonhoso em me interessar por companhias mais experientes? É mulher, não é? Sim, é mulher, com toda a certeza. Qualquer uma serve, não importa a idade, que não merece receber tanta atenção assim dos preconceituosos. Têm tantas coisas verdadeiramente necessárias para se criticar, e o povo se incomoda com a idade de Fulana de Tal. Ah! Vão plantar capim! Pode-se dizer que todas são iguais, ou será o contrário? Na minha opinião são iguais sim, ou pelo menos parecidas. Sei lá, acho melhor não ficar batendo cabeça com isso, porque mulher é um bicho confuso. Ôche! Mas é difícil não parar de pensar sobre no problema. Como é trabalhoso! Porém não posso descartar a companhia dessa deusa da maturidade. Como é belo esta denominação! A deusa da maturidade.

Quer saber de uma coisa, ela não é diferente das outras coisa nenhuma. Não, isso não. Tem tudo aquilo que uma mulher tem, sem tirar nem pôr. A única diferença das demais, isto é, das mais jovens, é que seus atributos físicos estão mais gastos, mais usados. Não estou nem aí, vou ficar com ela e esquecer as conversas de fuxico que realizam a meu respeito e a respeito dela. Não vou dizer que estou apaixonado por essa musa, mas que me sinto atraído por ela, isso é verdade. Vou me apoiar naquele ditado, provérbio ou sei lá como é que se chama isso: panela velha é que faz comida boa. Bebida amaldiçoada, em vez de deixar-me relaxado, o que me ocorre é ainda mais confusão. Maldita bebida. Maldita bebida dos solitários. É melhor ir-me deitar, tirar um cochilo, descansar por algumas horas, ou fazer algo que me deixe preparado para o amanhã. Pelo nível desse efeito alcoólico, acho que irei cair aqui mesmo nesta pequena mesa da sala. Tomara que a minha musa da maturidade invada meus sonhos, para fazermos coisas prazerosas durante toda a madrugada. Zzzzzz.

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