segunda-feira, 2 de maio de 2016

Acabou a seca




Acabou a seca, graças a Deus. Não aguentava mais ficar naquela vontade. Foram mais de três anos sozinha, esperando alguém que se interessasse de verdade em mim. É claro que sou bonita e gostosa e, consequentemente, vários rapazes se interessam por mim. O problema é que, como a maioria dos homens, eles só sabem fazer psiu quando passo na rua e não tem coragem para chegar e puxar assunto. Parece até que são medrosos. Tenho tanta raiva disso, dessa afobação. Bem, mas não estou escrevendo este resumo para reclamar dos afobadinhas. Vou falar um pouco do que aconteceu ontem.


Como disse anteriormente, estava há mais de três anos vivendo na seca. Até a noite passada, só havia tido somente um parceiro na cama, o Ricardo, que prefiro não falar sobre ele, pois é coisa do passado. Estava sozinha e um pouco deprimida também, por causa da saudade. Não saudade dele, mas de carinho, beijo e sexo. Queria alguém para substituir o meu ex-comedor que, em menos de dois dias após o fim do nosso relacionamento, arranjou outra garota para saciar seus desejos. Queria fazer o mesmo que ele. Não queria alguém para eu comer, é claro, queria era ser comida. Andava muito na balada. Fiz isso inúmeras vezes. Sempre ficava com algum gatinho, mas, inexplicavelmente, nunca rolava transa, não sei porquê. Acho que era o fato de todos os meus ficantes duvidarem que eu não estava afim, o que era mentira. Talvez o fato de ser bonita fez com que eu não fosse muito assediada fisicamente pelos garotos que pegava. Bem que eu poderia ter os estimulado, não é? Tinha que fazer a minha parte, não é? Uma mão lava a outra, certo? Certo, concordo plenamente. Entretanto, na hora H não sei o que me dava, mas a única vontade que eu tinha ali no momento em que estava aos beijos com meus ficantes era de ser beijada. Eu nunca fazia nada, para ser sincera, ficava só esperando. Esse deve ter sido o principal fator que me fez permanecer na seca durante tanto tempo. Foi uma época difícil. Difícil no sentido de você ver suas amigas ali, sendo comidas por seus parceiros e você sozinha, só na vontade. É uma péssima sensação, não a presentearia a ninguém, pois, caso contrário, seria uma verdadeira maldade. Mas essa fase passou, graças a Deus.

Tinha sido convidada por uma amiga a participar de um evento que aconteceria em uma faculdade que não era a que eu cursava. Decidi participar, pois ajudaria no meu currículo. Chegando lá, dei de cara com o rapaz que me comeu ontem. Foi muito rápido. Ele olhou para mim e sorriu, provavelmente me achando bonita e gostosa, pois o sorriso dele mostrava que não era nada santinho e comportadinho. Era um sorriso safado, de homem sem vergonha na cara, sorriso de macho que, mesmo tendo namorada ou esposa, transaria com a primeira gostosa que estivesse afim, sabe? Eu fiz o mesmo, isto é, dei um grande sorriso, mostrando a ele, literalmente, que queria que ser comida por ele, provavelmente hoje, quer dizer, ontem, não, não, não: naquele momento é a expressão adequada. Ele entendeu, ao contrário dos outros. Com certeza tinha experiência. Não perdeu tempo e já chegou chegando, pegou na minha mão e começou a me fazer perguntas para me conhecer, do tipo "eu nunca te vi aqui na instituição. Você por acaso é novata?". Respondi todas as indagações, com a maior força de vontade possível. Estava tão empolgada com o jeito garanhão dele que minha vontade era ficar peladinha ali, com todo mundo olhando. Se estivéssemos a sós, acho que o teria feito e com certeza a minha seca tinha acabado naquele mesmo momento.

Bem, continuando, o papo rolou até o momento em que Fábio, como é chamado o jovem garanhão, me convidou para dar uma curtida mais tarde, pois naquele instante não daria, por causa dos programas do evento. Eu disse que aceitava, era só marcar, pois não sou nenhum pouquinho burra. Queria dar para ele. A minha ideia era a de que Fábio gostava de foder, e não levar o relacionamento muito a sério, sabe? Depois do último relacionamento, decidi não ficar muito grudada em macho.

A programação do evento tinha chegado ao fim. Novamente nos encontramos, mas dessa vez fui abordada com um gostoso e excitante beijo de língua. Fábio me levou para um lugar mais reservado. A preparação, o esquenta, rolou ali mesmo. Não havia ninguém no estacionamento, muito menos carros. Nos direcionamos para debaixo de uma árvore, que estava muito mais escuro e escondido. Fui literalmente assediada. Ah, que delícia. Só de lembrar fico toda molhadinha. Fábio me perguntou se estava afim de foder. Não perdi tempo, falei o com certeza de um modo tão claro que, além de introduzir a mão por dentro da minha calcinha, o rapaz ainda massageou o meu brinquedinho, o que me deixou lá nas alturas.

Chegamos na casa dele, quer dizer no apartamento. Fábio mora sozinho, o que deixou a noite muito mais divertida. Tínhamos toda a casa para bagunçar. A foda rolou mesmo foi no quarto. Não vou perder tempo descrevendo cada detalhe do que rolou, porque, quando o assunto é sexo, todo mundo consegue imaginar o que é que um casal está fazendo, mesmo que não esteja vendo a cena. A gente fodeu, foi somente isso. Foi muito gostoso. Ele sabe dar prazer. Fodemos 6 vezes, e  gozei na mesma proporção. Foi uma deliciosa gozada para cada transa. O gato tem pegada, além de ser um tremendo de um gostoso. Gostei dele foi porque o rapaz tipo que dedicou mais da metade do tempo de transa a chupar e beijar os meus lábios indiscretos, entendeu, não foi? Lábios indiscretos, é isso mesmo. É uma forma curiosa para chamar a minha vagina de buceta, pois ficaria meio vulgar aqui no texto. Bem, acho que somente isso é o necessário para resumir a noite de ontem. Tchau, até a próxima, que, tenho certeza, não irá demorá tanto tempo assim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu Blog · Design por Alves Alvin · Todos os direitos reservados - Copyright © 2014 · Tecnologia do Blogger