quarta-feira, 6 de abril de 2016

Ela queria só uma rapidinha




Era para ser apenas uma simples carona que havia aceitado da professora. Não sei o deu nela. Nunca imaginei que um dia isso poderia acontecer, pois ela nunca demonstrou ter algum tipo de sentimento em relação a mim, com exceção do respeito que todo docente deve ter com seu aluno. Tudo começou mais ou menos assim...

Estava na última aula do dia no meu curso, Herbologia, pois estudo Biologia numa faculdade pública. A professora se chamava Ariadna, um nome que, dizia ela, detestava muito, era um horror: "gente, não riam do meu nome. Respeito por favor", falava ela, e todo mundo começava a gargalhar da piada, pois era mesmo uma piada. Uma piada meio sem graça, acho, mas, mesmo assim, uma piada. Bem, continuando... a morena permanecia ali, na sala, trabalhando. Era muito bonita e atraente, e eu não era o único que afirmava isso. Todos os homens dali concordavam comigo.
A aula estava prestes a terminar e alguns alunos, aqueles mais nerds, choramigavam para que ela explicasse conceitos que seriam necessários para o próximo período. Eu não dava muita importância para o que ela dizia. Só queria saber dela, daquele corpinho que todos os marmanjos da universidade, inclusive eu, achavam uma delícia. A mulher tinha um corpo... era um corpo daqueles. Não vou mentir, já havia me masturbado uma centena de vezes pensando naquela deusa do conhecimento. E a sensação era sempre como se fosse a primeira vez que eu me masturbava na vida.
A aula terminou. Estávamos de saída, não da sala, mas da instituição. Caminhando pelo jardim, para pegar um atalho para o portão de entrada e saída, passei perto dos carros dos professores e dos alunos que estavam estacionados ali. Sabia como era o automóvel da minha querida professora, e onde geralmente ficava estacionado, pois frequentemente passava por ele quando eu ia embora. Geralmente a professora demorava um pouco mais para ir para sua casa, pois tinha que mexer em algumas papeladas, sei lá, ou resolver alguns problemas. Mas, nesse dia, foi diferente. A encontrei dentro do veículo, parecia que esperava alguém, quando dei um oi a ela, disse-me que me esperava.
- Estou te esperando, rapaz!- disse ela, com um sorriso contagiante.
- Fiz alguma coisa?- perguntei.
- Não, mas quero que faça.- falou ela, de um jeito que me pareceu muito safado. Será que ela tá afim de transar comigo?, pensei.
- O quê?- Transa comigo, transa comigo, transa comigo..., implorei interiormente.
- Aceita uma carona? Estou de saída, se quiser...
- Aceito, mas é claro- Aceita mesmo, vai ver ela tenta te dar o cu, que tal?
- Pois entre, rapaz.
- Obrigado
Entrei e saímos juntos da instituição. Conversamos sobre variadas coisas durante o trajeto, pois este era bastante longo. Ela me perguntou coisas relacionadas ao curso, a minha vida pessoal e sexual, o que achei muito estranho, queria saber de tudo, principalmente se eu era gay, coisa que, como você já deve perceber, não sou. Por fim, disse:
- Você me acha bonita?
- Acho.
- Só isso?
- Como assim?
- Você  me acha bonita, ou mais alguma coisa?
- Não, te acho inteligente, atraente, sensual, sexy...
- Você transaria comigo aqui dentro do carro?- ela me interrompeu.
- Transaria sim.
Foi a deixa. Ela acelerou o veículo e partiu para uma localidade mais afastada, com muito mato e poucas casa, que eram distantes uma das outras. Quando o carro parou, me pediu para sair e ir ao banco de trás, ela fez o mesmo. Esperou eu sentar e, assim que o fiz, já foi logo sentando nas minhas pernas. Foi um sexo meio estranho. Estranho no sentido de não seguir o padrão, do tipo, beijo, sexo oral nele, beijo, sexo oral nela, beijo, lambidas no corpo do rapaz, beijo, lambidas nos seios da moça, beijo e ela senta sobre o rapaz e começa a rebolar em cima dele. Não teve nada disso, ela apenas sentou-se em cima de mim e começou a rebolar, de vez em quando me beijava. Parecia que estava na seca, pois gemia feito louca. Nunca vi uma mulher rebolar tanto numa pica, e olhe que a estou comparando não apenas com as minhas ex-namoradas, mas também com atrizes de filmes pornográficos. Quando gozou, mais rápido do que eu, por fim, ela me deu um beijo bastante melado e saiu do carro, para voltar ao banco do motorista.
- Vou te deixar em casa, pode ser?
- Pode.
- Onde você mora?- ela perguntou e, depois de lhe dizer o endereço, fez algumas coisas no GPS, e, em seguida, indagou:
- Gozou muito?
- Gozei- disse eu.
- Eu também, é nessas rapidinhas que eu mais gozo. Da próxima vez eu te ligo, pode ser?
- Mas é claro.


Havíamos chegado. Ela apenas me deu um tchau com beijinho invisível e eu saí. Abri o portão de casa e entrei, quando olhei para a rua, o carro já havia saído.

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