terça-feira, 8 de março de 2016

Riquelme, o atrevido




Tenho dois primos que me chamam bastante atenção. Um deles é o Gustavo, estudante de Fisioterapia. O outro é Riquelme, que ainda está no ensino médio. Ao contrário do que você possa imaginar, o Gustavo é bem mais novo que Riquelme. O primeiro tem dezoito anos, o segundo, vinte. O caçula é mais comportadinho, enquanto que o mais velho é bem mais atrevido.

Acho os dois um excelente banquete. São lindos, fofos, excitantes, tesudos e deliciosos. A diferença está apenas no temperamento. Riquelme é o rebelde da família, o verdadeiro badboy. Meus tios já se acostumaram com as entrada e saída de garotas bonitas na casa. Gustavo é o oposto do irmão. Gosta de estudar, tem objetivos, é do tipo sentimental e quase não namora, dá para perceber pelo jeito dele, todo calminho. No começo achava que era gay, mas depois descobrir que não é. Tive que ficar com o caçula, se você saber se era ou não era. Dei em cima dele e rolou. Muito simples. Foi o garoto mais fácil de pegar. Tive apenas que dar um abraço nele. A gente transou e, se dependesse dele, estaríamos casados. Estava doido por mim, apaixonado, para ser mais específico. Disse-lhe que éramos muito jovens ainda, para pensar em algo sério. Falei isso porque queria mesmo era me divertir, e falei isso na cara dele. Ficou um pouco triste, durante algum tempo, mas depois entendeu e hoje estamos numa boa. Agora vou falar do Riquelme...Ah, esse Riquelme...
Como dito agora pouco, o mais velho dos dois irmãos era o mal exemplo da família. Não queria saber de compromisso com mulher. Com ele é assim: conheceu, ficou, transou e, depois, tchau! Sempre parte para outra. Apesar disso, quando está com vontade, fica novamente com aquela mina que ele transou há uns meses. Pega mulher com se fosse tomar água. Para ele é a coisa mais fácil do mundo, nenhuma garota resiste aos seus charmes, exceto as que já estão acompanhadas. As que estão solteiras não escapam do Riquelme. Parece um maníaco, sempre atacando por aí. Eu já fiquei com ele, várias vezes. Independentemente de estar solteira ou não. Teve uma vez, que não foi a única, em que eu, de namoro com um cara, caí nas garras do meu primo, aquele pegador, sabe? Ninguém sabe dessa história, somente eu e Riquelme, além de você, leitor, agora muito bem informado do caso. Não vou faltar com a verdade contigo, muito pelo contrário. Serei a pessoa mais sincera conhecida por você. Já traí uma cambada de namorados e ficantes. Botei numerosas galhadas em cada rapaz que estava na minha cola. Adivinha com quem? Sim, ele mesmo, o gostoso e safado do Riquelme. Pense num garoto atrevido? Sabia que a santinha aqui estava de rolo e me conduziu para a cama dele. É claro que, no início do texto, disse que o garanhão não dava mole para garota comprometida. Isso é verdade. Mas sempre exite um "mas", não é? Uma exceção, não é verdade? E adivinhe só quem é essa exceção? Sou eu mesmo, você acertou em cheio.
É comum, quando estou namorando ou tendo um rolo com alguém, o cachorro chamado Riquelme me seduzir. Geralmente ele liga para mim. Daí começa a me atirar cantadas, isso me provoca risos, muitos risos. Depois marca um encontro, a gente sai e, aí, do nada, esqueço que tenho namorado. Parece que o diabo faz isso para me infernizar. Não sou santinha, já pequei bastante e adoro fazer isso. Me lembro de uma vez em que estava namorando com o Rafael, meu colega de faculdade. É importante destacar que sou universitária, estudo Biomedicina, área que amo de paixão. Bem, continuando...
Estava em um namoro com o Rafael. Eu estava no quarto deitada, pensando na vida, pois tinha acabado de chegar do curso (foi o meu namorico que me trouxe) e pretendia ficar ali, na cama, até me dar vontade de se levantar. Alguns minutos depois, quando já vestia o meu pijaminha, uma camisa do Nirvana, pois curto rock, e planejava cair no sono, cada morador da casa em seu quarto, meu celular toca, é Riquelme.
- O que foi Riquelme?- perguntei.
- Quero te ver - responde o jovem.
- Já vai começar, seu cachorro?
- Estou aqui fora.
- Fazendo o quê?
- Te induzindo a abrir o portão e me conduzir para o seu quarto, pra te comer.
- Riquelme...
- O que foi?
- Hum...
- Ele te comeu hoje?
- Quem?
- Hora quem, teu bofe maravilha, ué!
- Não, não.
- Quer que eu te coma?
Desculpe eu sei que isso é feio para um ser humano. O que é que posso fazer? Ele sabe chupar uma buceta! Se você sentisse a sensação daquela língua nos seus lábios, localizados abaixo da sua cintura... Hum, não vou falar mais nada.
- Brenda?- indagou o garanhão. Esse é o meu nome: Brenda.
- O que é?
- Quer que eu te coma? Estou aqui, só esperando sua resposta. E aí?
- Vem, seu cretino...
- Beleza, a noite é uma criança, bebê.
Pedi para que ele viesse, mas não tinha como isso acontecer, pois o rapaz não tinha a chave para entrar em casa. Me levantei e fui recebê-lo. Riquelme vestia bermuda e camisa pretas. Segurava um garrafa de bebida, era vinho, mas não estava bêbedo. Riquelme é apaixonado por vinho. Nos beijamos. Conduzi-o para o meu quarto, tentando fazer com que ninguém da casa escutasse algum ruído. A tentativa deu certo. Entramos e, depois de trancar a porta, nos jogamos na cama. Foi aí que rolou. Ele abriu a garrafa e bebemos no gargalo mesmo, era um vinho delicioso, e bastante caro, dava para imaginar. O safado me agarrou, me beijou, me assediou e, como resultado, me excitou bastante. Colocou o litro no chão. Queria me curtir. Passou a mão sobre minha bunda, tirou a minha calcinha e começou a introduzir seus dedinhos ágeis dentro de mim. Parecia um profissional. Meteu o dedo maior de todos no meu cu e, após remove-lo, chupou-o com muita vontade. Fez o mesmo com a minha buceta. Eu fiquei ali, quietinha, só apreciando. Quando estou com o meu primo, a inércia toma conta de mim. Adoro essa sensação de inércia, obrigada Newton. Riquelme dá mais um golada na bebida. Coloca novamente a garrafa no piso do quarto e me posiciona sobre a cama, quer que eu me deite de costas para baixo. Me manda arreganhar as pernas, eu obedeço, pois sou uma garota obediente. Ele me beija. Beija-me naqueles lábios. Estou a ponto e gozar. Peço para que ele me soque, com muita foça. Quero com violência, como se estivesse me agredindo. Quero que Riquelme me trate como uma puta. O cachorro obedece, nessas coisas o sem vergonha é muito obediente.
Safado. Cachorro. Filho de uma égua. Delícia. Gostoso. Pica gostosa. PICA GOSTOSA!
Riquelme para de me comer, pega o pau dele e enfia na minha boca, daquele jeito agressivo que muitos homens fariam com uma puta, sabe? Me obriga a chupa-lo. Faço isso com bastante ousadia e vontade. Chupo-o com muita força. Ele fica louco. Dentro daquele quarto, a cachorra aqui estava curtindo a putaria que estava rolando. Sou um puta, sabia? Pois é, sou sim. Mas apenas quando estou transando. Lá fora sou muito discreta, literalmente. Muitas mulheres são assim.
Estou toda melada, que gozada quente... e deliciosa! Será se tem proteína? Um mingauzinho desses com certeza deve fazer muito bem à saúde. DELÍCIA!
Estamos cansados, eu mais do que ele. Estou morta de sono. Quero dormir e só acordar daqui a dois dias, no mínimo. Ele quer o mesmo, mas sabe que não pode ser pego aqui em casa. Imagina se meus pais, principalmente o meu pai, descobrissem da putaria que rola entre mim e o Riquelme? Não quero nem imaginar, pois me dá calafrios.
- Já vou indo- diz Riquelme.
- Vá, vá!- despachei o mais depressa que pude.
Saiu pela porta da frente. Foi andando para casa, que ficava a uns três quarteirões da minha. Eu? Voltei para o meu quarto, deitei na cama e agarrei no sono, estava muito cansada.

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