segunda-feira, 7 de março de 2016

Pedrinho "show de bola"




Tenho um cunhado que é muito gostoso. É o Pedro Henrique, namorado da Letícia, a minha irmã caçula. Além dela, tenho outra, a Manuela, a mais velha das três filhas da casa, e que não tem muita importância neste texto. Como você pode imaginar, o que não é nada difícil, sou a filha do meio.
Continuando, estava falando que minha irmã tem um namorado muito, mais muito gato e gostoso. Todo santo dia ele aparece lá em casa, atrás da minha irmã. Sempre fico olhando ele, aquele rapaz com visual totalmente de rock, com tatuagens, brincos e um cabelo moda teen, tipo o do Justin Bieber, sabe? É muito massa o cabelo dele. Toda vez que o vejo, fico com uma vontade tremenda de passar a mão naquela cabecinha e arrasta-la até os meus quadris, para que ele faça umas coisinhas ali embaixo.

Às vezes me pergunto se Pedro é bom de cama. Com certeza, acho. Ele é muito gostoso. É show de bola. Deve bater um bolão. Tenho certeza que, se o lindinho não fizesse nada e ficasse só paradinho sobre a cama ou sofá, sei lá, o garotão daria conta do recado e apagaria o meu fogo. Ainda nem toquei nele e, toda a vez que fixo os olhos para aquela bundinha deliciosa, fico toda molhadinha. Me masturbo quase que diariamente, pensando nele. Mesmo estando distante de mim, Pedro me deixa saciada, isso é muito bom. Entretanto, preferia que ele me comesse, agora mesmo. Queria que ele socasse aquela pica gostosa dentro de mim, com muita força. Será se o pau dele é grande? Nunca vi o pau dele, mas queria ver. Para falar a verdade, queria brincar com o pau dele, tipo, agarrar e chupar aquela cabeça rosinha com bastante calma e, depois, com muita violência. Ah, Pedro, como eu te desejo... Você não tem ideia do que eu faria se você me desse mole. Não estaria nem aí para a minha irmã, quero que ela se dane, para ser sincera. Acho a Letícia uma chata do inferno. Pega um monte de bofe maravilhoso, fica dando o cu pra eles, e depois os descarta, como se fosse copo descartável, e eu aqui, sozinha, só vendo a sacanagem que a vaca faz comigo. Nunca teve coragem de me ajudar. Mas não vou me esquentar, a culpa não é dela. A culpa é toda minha, pois nunca pedi ajuda nessas coisas, porque tenho vergonha de mostrar para ela que sou uma bobalhona com homem. Não tenho nada dela, a não ser a atração pelos gatinhos com quem transa de vez em quando. De todos eles, o Pedrinho, como Letícia chama o Pedro Henrique, é o meu preferido nos meus sonhos. Eu já sonhei com Pedrinho, já contei aqui no texto? Deixa eu fazer uma revisão aqui... Não, não, eu ainda não falei dos meus sonhos com o rapaz. Vou fazer isso, para finalizar.
Já tive vários sonhos com Pedro. De vários tipos. Uma conversa, uma caminhada, uma briga, uma transa, entre outros. Sonhar fazendo sexo com o mocinho é o mais frequente. Uma vez sonhei que estava chegando em casa e, quando entrei no quarto, lá estava ele, Pedrinho, deitado na minha cama, só de cueca box. Ai que delícia! Estava só de cuequinha, imagine! Que excitante. Perguntei a ele o que fazia no meu quarto. O deus grego respondeu:
- Estou te esperando.
- Esperando pra quê?- perguntei.
- Queria brincar contigo.
- Brincar comigo?
- Sim, sim, sim- disse ele, com aquele jeitinho de falar que apenas as crianças têm.
- O que deu em você, Pedro?
- Nada, não tenho nada- falou ele, do mesmo modo.
- Cadê a Letícia?
- Não chegou ainda, só mais tarde. Temos um tempão a sós. Não percebeu, estamos sozinhos nesta casa. Deixa eu te comer, deixa?
- Mais é claro.- falei, espantada comigo mesma pela a minha atitude.
Me lembro que tinha começado a tirar a roupa, mas fui impedida. Pedro tinha saído da cama e se deslocado até onde eu estava, em seguida me agarrou.
- Deixa que eu mesmo tiro, gostosa...- falou o jovem.
- Você vai me comer de que jeito?- perguntei, já totalmente dominada pelo desejo. Não estava nem aí para a tímida que sou.
- Vou te comer metendo o meu pau na tua bucetinha, depois vou comer o seu cu.- Nossa.
- Eu não dei o cu pra ninguém, ainda.- Disse eu que, no sonho, não era virgem. Quer dizer, era virgem só do cu.
- Nossa, uma primeira vez! Que excitante. Tenho fetiche por virgens. Alguém já te comeu alguma vez?
- A minha buceta, sim. O cu é que não dei, ainda.
- Vai deixar eu comer o seu cu?
- Deixo, sim. Você, eu deixo.
Ele tirou a minha roupa, empurrou-me para a cama e eu fiquei ali, deitada de costas sobre o colchão, toda excitada e impaciente. Pedro subiu sobre mim e começou a me beijar (me lembro que, quando acordei, senti um gosto bom na boca, não sei porquê). Em seguida fui assediada com bastante violência. Não aquela violência que faz mal a uma mulher, provocando nela dor, choro entre outras coisas tristes. Estou falando daquela que deixa a mulher toda molhadinha, animada e fogosa. O motivo para isso acontecer é bem simples: Pedro enfiava uma das mãos dentro da minha calcinha e começava a vasculhar o interior desta.
- Você está molhadinha, Rafaela.- disse o jovem. É importante destacar que o meu nome é esse daí mesmo, Rafaela.
Ele lambia os dedos, depois introduzia-os novamente dentro de mim. Em seguida os chupava, para repetir o processo. Teve um momento em que o meu deus grego dos sonhos, depois de chupar ele mesmo o dedo maior de todos, ofereceu para que eu chupasse também e, quando o fiz, o gostoso-safadinho-tarado enfiou o mesmo dedinho dentro do meu cu, imagine! QUE SENSAÇÃO GOSTOSA, MEU DEUS! Desculpe, Deus, por introduzir Você nesse pecado. Foi apenas um modo de falar.
Me lembro também que, depois de tanto me meter no cu com o dedo, Pedro parou e tirou a cueca. Depois lambeu minha bucetinha por alguns minutos (QUE LÍNGUA GOSTOSA!) e, em seguida, ficou meio agachado sobre os meus seios e colocou aquele pau delicioso pra mim chupar. Foi o que eu fiz, chupei aquele cacete maravilhoso como se o mundo fosse acabar daqui a poucas horas. Passava a língua por sobre a cabeça rosada, numerosas vezes. Lentamente, movimentava a língua naquela região da cabeça que sai aquele meladinho, sabe? Pedrinho ficava, louquinho, louquinho.
Me lembro agora que ele saiu de cima de mim e pediu para que eu ficasse arreganhada, pois estava afim de me comer. Disse isso na minha cara, dá para imaginar!? Delícia! Pense num homem que sabe comer mulher! Pensou? Pois esse homem gostoso é o Pedro, querida! Agora estou me lembrando da gozada, que vou descrever, agora: fiquei deitada novamente de costas, espere aí, sim, sim, eu sempre estive deitada de costas, não é isso? Pelo que eu me lembro, sim. Pois bem, estava deitada de costas e, novamente, o bofe se agachou sobre os meus seios, botando o pau dele na minha boca. Chupei-os de novo, dessa vez com mais vontade ainda. O safado gozou na minha cara. Foi uma grande, gostosa e exorbitante gozada. Fiquei com a cara toda melada. Aproveitei o momento e botei um pouquinho na minha boca, não me lembro do gosto. Mas parecia delicioso. Acho que foi apenas isso. Não me lembro de mais nada. Não sei nem se ele comeu o meu cu. Tu tá ligado que Pedro estava doido para comer o meu cuzinho, não é? Pois é, não tenho nenhum resquício para lembrar e dizer que tinha dado o cu pra bofe no meu sonho. Mas, de qualquer maneira, foi um sonho ótimo, daqueles que você quer ter diariamente, pois, quando acordei, estava toda molhadinha e com a autoestima lá em cima.

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