quinta-feira, 3 de março de 2016

Mais tarde a gente se encontra




Estava a cerca de dois meses sem transar com ninguém. Para muitos, parece pouco. Tenho um amigo que passou foi anos sem praticar uma foda. Eu não consigo passar tanto tempo assim, sem comer ninguém. Sou um predador. As garotas me chamam assim. "Lucas, você é um verdadeiro predador", é o que sempre escuto. Já estou até acostumado.
Tenho que atacar todo santo dia. Mas já faz mais de dois meses que não transo. Estou "por aqui" com isso. Minhas amigas, que antes eram meus brinquedinhos sexuais, agora estão acompanhadas. Tem uma que vai até se casar, no mês que vem. Ela é muito nova para casar, e falei isso na cara dela, mas a jovem nem deu importância. O que posso fazer? Não posso, e muito menos consigo, obrigar alguém a largar suas escolhas. Não consigo largar nem as minhas, graças a Deus por isso.
Mas, voltando ao assunto em questão, estou desesperadamente à procura de uma mina pra dar uma curtida. Meus amigos perguntam o porquê de eu não arranjar uma namorada. Já tentei arranjar uma companhia, mas, para um galinha, isso é muito, mas muito difícil de se fazer. Por isso é que eu fico pegando por aí, quando tem gatinha pra pegar. No momento não está chovendo na minha roça. Entretanto, sempre existe uma solução. Estava pensando em chamar a minha prima. É, tenho uma prima, como a maioria das pessoas- inclusive você, leitor-. Mas a minha é tudo de bom. Gosta de beijar, transar e fazer outras coisas com um cara, e não tem nada de santinha. Infelizmente ela mora muito longe daqui de casa, em um bairro distante, mais de meia hora de carro para se chegar até lá. Mas sempre se tem um jeito para tudo. Vai ter que ser ela. Vou pegar o celular e fazer uma ligação, tomara que ela esteja em casa essa hora. Que horas são mesmo?Vai dar nove horas da manhã. Hoje é sábado, tenho certeza que aula de faculdade ela não tem hoje. Não está namorando com ninguém, pelo menos até a última vez que vi ela, semana passada, quando esteve aqui. Droga! Deveria ter aproveitado a presença dela aqui em casa, poderia ter me divertido muito. Em vez de está a dois meses sem transar, poderia estar a apenas uma semana, o que seria bem melhor. Mas não, decidir ser burro. E olhe que ela até estava me dando mole. Estava toda fogosa com aquele vestidinho colado, que só ela sabe usar...

- Alô?- disse o garoto ao celular.
- Oi gatinho! Aconteceu alguma coisa?
- Tá fazendo o quê?
- Estou em casa, ajudando minha mãe a fazer a comida, porquê?
- Estava pensando em me encontrar contigo, hoje, quem sabe.
- Tá na seca?- ela sabia muito bem quando um rapaz estava na seca.
- Como é que você sabe?
- Eu te conheço muito bem.
- É, estou na seca. A dois meses, mais ou menos.
- UAU! Eu não acredito! O cara mais galinha da cidade, agora anda na seca. O que deu em você?
- Minhas amigas estão arranjando namorado. A Mariana vai se casar, sabia disso?
- Sabia sim. É muito nova para se casar, falei isso para ela.
- Eu também, mas, voltando ao assunto, vai rolar ou não vai?
- Mas é claro que vai. Não pego ninguém já faz um tempinho, mais ou menos duas semanas. Na semana passada, quando fui a sua casa, queria ter ficado contigo. Me arrumei toda e ficava só olhando para você. Não sei qual era o seu problema , mas você nem ligou pra mim.
- É, me lembro de como estava gata naquele dia. Eu vacilei.
- É, vacilou. Deveria te castigar por isso, mas não vou. Que horas vai ser?
- Quando você estiver se livrado desse serviço, passa aqui. Posso ir te buscar aí, se você quiser, que tal.
- Não, não precisa. Você vai ficar sozinho em casa hoje?
- Já estou sozinho, meus pais só voltarão mais tarde. Eles vão a sua casa, esqueceu?
- É mesmo, que ótimo! Então está marcado, pego a moto da minha mãe e me mando daqui assim que terminar o serviço.
- OK, até mais.
- Até mais.
Depois de algumas horas, Lucas, de dentro do seu quarto, escutou um som tocando pela casa, era a campanhia. "Luana deve ter chegado", pensou o garoto. Foi atender. Era a Luana, sua prima. Estava de blusa preta e um short cor de rosa, daqueles de academia, com estampa de bolinhas na cor laranja. Montava em uma moto, que não vou dizer qual marca era, pra não fazer propaganda, mas, com certeza era do seu pai. Lucas olhava fixamente para sua prima, adorava ver Luana de short. A garota tinha pernas que, apesar de serem finas, eram bastante atraentes, pois eram sedosas, lisas e macias.
A jovem entrou com a moto na casa. Depois de estacionar o veículo, partiu para o abraço no garoto. Se beijaram. Não trocaram nenhum tipo de comentário um com o outro. Foi apenas beijo, muito beijo. Foram assim, os dois, para o quarto do rapaz. Este se deitou na cama e, a moça, subiu sobre ele, daquele modo que, além de ser desengonçado, era excitante. Trocaram mais beijos e carícias e ficaram assim por alguns minutos. Depois Luana desceu da cama, queria fazer um boquete no jovem. O garoto percebeu o que ela tramava fazer, por isso se sentou no móvel. Luana tirou o pau da cueca do rapaz e começou a acaricia-lo com as mãos. Deu uma cuspida na cabeça e começou a chupa-lo. Dava voltas com a língua sobre aquela região rosada e arredondada. Bastou cuspir apenas uma vez para deixar o pênis melado. Lucas estava muito excitado, por isso seu pau era coberto por uma gosma transparente. Luana gostava de passar a língua nessa substância. Tinha um gosto delicioso. Por isso continuou chupando o rapaz por alguns minutos. Lucas estava a ponto de gozar, mas não entrou no orgasmo. Era um garoto experiente, conseguia controlar seus hormônios.
A garota terminou a sessão de sexo oral. Queria sentar no pau do rapaz e era exatamente o que ia fazer, mas quem estava mandando agora era Lucas. O jovem primeiro despiu o short e a calcinha, vestidas pela moça, e pediu para que ela se deitasse na cama: queria retribuir o que ela tinha feito por ele, agora a pouco. Luana obedeceu. Ficou deitada, de barriga para cima, com as pernas arreganhadas. Aproveitou e tirou a blusa, e o sutiã também. Agora estava completamente nua, de cima a baixo. Lambeu os dedos e colocou-os sobre sua vagina, fazendo movimentos carinhosos, suaves, lentos. Penetrava os mesmos dentro de sua vagina, depois tirava-os, para, em seguida, chupa-los. Gostava do gosto, do sabor que sua buceta tinha. Lucas também gostava. Era por conta disso que ele lambia a vagina, com muita força de vontade. Introduzia a língua, depois tirava. Em seguida passava a mesma pela parte externa da vagina, lentamente, como se estivesse limpando aquele órgão de uma sujeira que nenhum homem desejaria que acabasse. Lucas era um homem, por isso não queria que aquele gosto delicioso não perdesse o sabor. E ficou assim, chupando e lambendo, até o momento em que os dois se uniriam para ser um só.

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