segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Sexo no carro




- André?- perguntou Alice, deitada na cama de seu quarto, ao celular, esperando respostas de um dos garotos que andava pegando ultimamente.
- Que foi, gatinha?- respondeu o rapaz, que sabia muito bem o motivo pelo qual estaria a jovem ligando para ele naquele momento. Era pouco mais de uma da madrugada.
- Você está afim?
- Eu sempre estou afim, principalmente quando é com você, gostosa.
- Humm...
- Quer que eu dê uma passadinha aí?
- Quer mesmo que eu responda?

Não precisou de resposta. André, que havia despertado do seu primeiro sono da noite, se levantou e foi para o banheiro. Tomou banho, vestiu roupas (dormia de cueca), passou perfume e, às escondidas- pois a mãe pegava no pé dele quando o assunto era mulher, não queria que seu filho fosse cafajeste-, saiu. Não tinha como ir de carro, por isso foi obrigado a caminhar até a casa de Luíza, a jovem que tinha acabado de ligar para ele.
- Luíza?- perguntou André quando Luíza atendeu o celular. Estava caminhando pela rua em plena madrugada.
- Oi, safado!
- Oi. Acho que vou demorar um pouquinho. Estou indo a pé. Daqui a mais ou menos meia hora chego aí, tudo bem?
- Não vou conseguir aguentar meia hora esperando. Estou num daqueles dias.
- Não tenho outro jeito de chegar aí mais rápido. O carro da minha mãe está na oficina, o do meu pai está lá em casa, mas a chave dorme com ele. Poderia ter tentado roubar a chave, se o quarto não estivesse trancado.
- Venha correndo.
- Correndo! Tomei banho e estou todo cheirosinho pra você. Não quero chegar aí suando que nem um maratonista.
- Onde é que você está?
- Estou me aproximando da segunda quadra depois da minha casa.
- Ainda? Você anda muito devagar, André! Ave Maria!
- É o máximo que posso fazer.
- Espere aí, tive uma ideia.
- Compartilha.
- Fique aí onde está e me espere, vou te buscar.
- De quê?
- De carro.
- E desde quando você sabe andar de carro?
- Meu pai me deu umas aulinhas, para que eu fosse aprovada com mais facilidade na autoescola.
- Está bem, vou ficar aqui.
Terminada a ligação, Luíza saiu do quarto e, ainda vestida de pijama, pegou as chaves do carro de seu pai e deslocou-se para a garagem. Ligou o carro e seguiu para o local onde André estava. Depois de alguns minutos estavam os dois ali, dentro do carro. André, sentado no lado do passageiro, estava todo empolgado com a transa que ia rolar daqui a pouco na casa dela. Achava muito engraçado ver Luíza pilotar um veículo.
Durante o percurso para a casa da moça, esta parou o automóvel em uma rua escura e falou para o jovem:
- Mudei de planos.
- Não estou entendendo, Luíza. A gente não ia transar?
- A gente vai transar.
- Graças a Deus!
- Mas no carro.
- No carro!? Ficou maluca!?
- É, não, quer dizer, no carro, sim. Mas não não fiquei maluca.
- Os bandidos estão à solta, sabia disso?
- Quer transar ou não quer? Nunca transei no carro. Vai ser a minha primeira vez. Anda! Vem comer minha frutinha!
Eles saíram de dentro do automóvel e foram para o banco de trás. O carro era espaçoso. Dava pra fazer muitas coisas ali dentro. Os dois se beijaram. Trocaram carícias... e começou.
Ela se sentou nas pernas dele. Estava só calcinha e sutiã. André estava de bermuda e camisa. Luíza despiu as roupas do jovem. Passou a mão pelos ombros, pescoço, rosto, barriga e outras partes do rapaz. Aconteceu a cena do beijo. Ficaram os dois assim, se beijando ardentemente. André passava a mão na bunda de Luíza, que gemia o tempo todo, pois estava morta de desejo. O rapaz, como sempre, foi mais ousado do que a garota, puxando com bastante força, a ponto de rasgar, a calcinha, fazendo com que esta ficasse com aquela parte de trás para o lado da bunda. Passou a mão nas genitais da jovem, depois cheirava os dedos. Apreciava o aroma característico de Luíza e, depois, repetia o gesto. Luíza ficava apenas sentada nas pernas dele, com sua cabeça abaixada nos ombros do rapaz. Gostava de ser tratada assim. Não queria que ele parasse, e fez questão de falar isso a ele. Pediu também que André introduzisse os dedos dentro dela, onde quisesse. André gostava de colocar o dedo maior de todos no ânus da moça. Penetrava e depois tirava. Lambia os dedos e repetia o processo. Ela já estava quase gozando.
O rapaz tirou o preservativo de dentro do bolso e pediu que ela o colocasse. A moça obedeceu, adorava colocar a camisinha, foi por esse motivo que André pediu. A garota rasgou a embalagem e antes de vestir o pênis, praticou o sexo oral no jovem. Lambeu e chupou todas as partes que compõe as genitais de um homem. Principalmente a cabeça do pênis e os testículos, que gostava de  chamar de bolinhas de gude. O rapaz enlouqueceu, queria que ela sentasse o mais depressa possível, estava ficando louco de desejo. Foi o que Luíza fez. Depois de colocar a camisinha em André, tirou a calcinha e o sutiã que ainda cobriam seu corpo e sentou sobre o pau do rapaz. Abaixou devagarinho. Queria olhar bem para o rosto dele. Queria o deixar louquinho, louquinho. Começou a sessão quicando lentamente. À medida em que ia sentindo prazer e mais desejo, ia aumentando a velocidade dos movimentos. Chegou a se movimentar tanto sobre pau do garoto que, se estivesse passando alguém na rua, e esta não estivesse tão escura como nesse dia, provavelmente o mesmo alguém notaria um carro estacionado em frente a um loja de roupas fechada, se movimentando em ritmo dançante.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu Blog · Design por Alves Alvin · Todos os direitos reservados - Copyright © 2014 · Tecnologia do Blogger