quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Foi sem querer 2




"Está pronto, querido?", perguntou Raquel a seu namorado. Ela estava de lingerie preta. Um modelo bastante simples, mas que não tirava a sensualidade da mulher. O namorado não se importava com a roupa que sua amada usava. Preferia ela nua.
Raquel foi caminhando lentamente em direção ao sofá onde estava acomodado o seu fiel companheiro. Caminhava de um modo bastante sensual. Olhava para o rapaz de um modo que o deixava louco de tesão. O homem não sabia o que fazer. Ficou congelado, olhando para sua deusa. "Gostosa... Minha gostosa. Só minha.", pensou o namorado.
Quando chegou em frente daquele sofá, Raquel deu um sorrisinho triunfante, percebendo a reação do jovem. O objetivo estava se cumprindo. O namorado estava louco de tesão.
- Gostou da minha fantasia?- perguntou.
- Eu adorei.- respondeu o rapaz.
- Quer que eu faça alguma coisa por você, agora?
- Tipo o quê?
- Humm... não sei... um boquete?
- Você que sabe...
Ela se virou de costas para ele e fez uma pequena dança, descendo um pouco para o chão.
- Passa a mão na minha bunda- disse.
- Uau!- disse o namorado que, no mesmo instante, começou a acariciar aquela região totalmente macia e cheirosa.
- Eu quero te dar prazer, amor- disse a jovem.
- E eu aceito.
Continuando na mesmo posição, de costas, Raquel segurou com ambas as mãos sua bunda e começou a aperta-la. Puxava cada lado do bumbum, abrindo-o. O namorado ficou cheio de vontade.
Raquel se ajoelhou na frente do rapaz e, devagarinho, foi abrindo o zíper da bermuda dele, obrigando-o a ficar sem reação.
- Vai fazer o boquete?- disse o namorado.
- Sim, se você quiser.
- Eu quero muito.
Raquel tirou o pênis do rapaz e começou a acaricia-lo. Depois de usa-lo para dar uma pequena batida no rosto, a jovem começou a chupa-lo. Primeiramente na cabeça.  Fazia longos e lentos movimentos com a língua que já estava toda molhada. Ficou nesse ritmo durante alguns minutos. Minutos prazerosos para o namorado. E para Raquel também, que se deliciava com aquele gosto na boca.
A jovem então decidiu jogar o cabelo para o lado, para dar mais sensualidade à cena. Colocou o pênis na boca e enfiou-o até o fundo da garganta. Depois de alguns instantes de segundos ela o tirou. Tinha ficado engasgada. O namorado olhou para sua companheira e riu do caso. Ela riu também, depois continuou. Fez a mesma coisa. Colocou o pênis no interior da garganta e o direcionou até o fundo. Novamente engasgou. Não estava acostumada a fazer aquilo. Mesmo assim estava gostando. Era divertido. Decidiu fazer aquilo novamente e, por incrível que pareça, Raquel não engasgou. "Minha garganta já deve ter se adaptado, acho", pensou Raquel. "Vou fazer de novo", acrescentou intuitivamente a jovem que, no mesmo instante, recolocou o pênis do namorado bem no fundo da garganta. Manteve o órgão do seu amante lá dentro, por alguns segundos. Dessa vez engasgou, engasgou muito. O motivo é bem simples. O namorado, já descontrolado, ejaculou abundantemente no interior da boca da Raquel que, quando descobriu o motivo para tanta tosse, começou a gargalhar. -Desculpe, amor. Você me obrigou- disse o rapaz.

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