terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A opção é o Lucas




Quando os pais de Alice saíram de casa para um restaurante localizado no centro da cidade, a jovem não perdeu tempo. Pegou o celular que estava em cima do sofá, carregando, e foi logo fazer uma ligação. Não sabia para quem ligava. Eram tantos os garotos com quem ela ficava de vez em quando. "Poderia chamar o Lucas", ela pensou, "Ele adora pagar boquete. A maioria dos homens não curte muito fazer sexo oral na mulher, só querem meter. Eu não gosto muito disso. Quer dizer, gosto sim.
Mas depois de uma preparação, sabe? Eu gosto quando o homem me prepara para o sexo. Sou mulher e, ao contrário dos homens, demoro um pouco mais para se excitar. Todo mundo sabe disso, inclusive eles. Mas esses idiotas não raciocinam, parece que se esquecem do negócio. É claro que estou louca de vontade de transar. Uma fome sobrenatural. Provavelmente não vou precisar muito de tanta preparação para ficar molhadinha. Provavelmente não. Só de pensar no que pode rolar aqui hoje... Ai meu Deus! Mesmo assim, eu quero ser preparada. Sim. Eu tenho meu direito, não é? KKKKK, como eu sou piradinha, meu Deus. Cá estou eu, sozinha em casa, falando comigo mesma. Pelo amor de Deus... O que era que eu ia fazer mesmo? Ah, sim...ia ligar para um dos meus peguetes e pedir para me fazer uma visitinha. Mas quem eu chamo? Estava com o nome na minha cabeça... Vamos Alice, pensa. Lucas! Sim, o 'Lucas boqueteiro', kkkkk. Vai ser você mesmo, gatinho. Você vai saciar meus desejos já já. Vamos lá, 7454..."

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