quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A melhor posição




Não há nada mais excitante e tesudo você namorar sentada em cima das pernas do seu namorado. E também, é claro, namorar com a sua namorada sentada em cima de você, caso você, leitor, seja um homem. Não vou abordar nesse negócio de masculinidade. Aqui, neste texto, sou uma personagem feminina. Por isso afirmo: não estou nem aí para a masculinidade. Sei muito bem que eles (os homens) ficam com o cacete durinho quando estão aos beijos com suas namoradas, independentemente da posição em que eles estiverem. Com a mulher não é assim. Temos algumas posições específicas que nos estimulam a sentir aquele calor, sabe? A minha preferida é a sentada sobre o meu namorado.
Quando Rafael vem a minha casa fazer uma visitinha (isso acontece quando os meus pais já estão curtindo o sono deles, sei disso apenas ouvindo os roncos do meu pai, que é o sinal para que eu possa chamar meu gatinho) rapidamente o oriento a se acomodar no sofá da sala. Poderia leva-lo ao meu quarto. Tem uma cama lá e é bem mais seguro. Entretanto, o sofá da sala, que eu adoro, não está lá. Por conta disso prefiro namorar com Rafael na sala, correndo o risco de meu pai ou minha mãe acordar e me pegar no flagra. Não quero nem imaginar as consequências disso. Mas continuando, quando meu namorado chega, a recepcionista aqui o acomoda no sofá e já vai logo sentando nas pernas do rapaz. Rafael adora quando faço isso. Principalmente porque eu sempre estou usando o meu pijaminha de ursinho e bastante curto. É de apenas duas peças de roupa. A blusa e a calcinha. Meu malandrinho do cabelo bagunçado fica morto de tesão. Eu percebo isso, geralmente, depois de sentar no colo dele. Sinto aquela coisa dura e latejante embaixo de mim. Rafael sempre vem de bermuda ou calção de tecido leve, o que facilita o contato. Rafael é um tarado. Assim que me posiciono sobre ele, o safadinho já vai logo passando a mão na minha bunda. Adora esticar, puxar e apertar meu rabo. Eu fico louca. Toda molhadinha, para ser sincera. Fico mais louca ainda quando o rapazinho sem vergonha faz isso ao mesmo tempo em que me dar um daqueles beijos molhados e barulhentos, sabe? Houve uma vez em que eu cuspi na boca dele e depois pedi para que ele retribuísse o meu gesto. Você não tem ideia da sensação que senti quando senti aquele cuspe na minha boca. Estava a ponto de explodir de desejo.
Rafael tem uma mania, que eu adoro, de futricar o interior da minha calcinha. Ele chama isso de checape de rotina. É uma espécia de análise da minha buceta para saber se ela está molhada ou seca, se está quente ou fria, se está exalando um cheiro forte ou fraco. Eu não entendo muito desse negócio do cheiro, pra falar a verdade. Ele me disse uma vez que, quanto mais forte for o cheiro daquilo, mais louco ele fica. Não entendo o olfato de Rafael. Passo a mão ali todo santo dia e o cheiro não muda de tom. É sempre o mesmo. E nunca foi mais forte ou mais fraco. Bem, não quero muito me prender nessa dúvida. Vamos mudar de assunto.
Depois de fazer o checape de rotina, o meu sem vergonha do Rafael tem o forte hábito de vasculhar o que tem dentro de mim. Ele pega aqueles dedinhos maravilhosos e ágeis e os penetra na minha vagina. Já perguntei uma vez o porque que ele fazia isso comigo. O moleque disse que era para sentir o meu gosto. Acho que ele adora o esse gosto, pois nunca deixou de me penetrar com os dedos. Quando eu era virgem, Rafael só usava um dedinho, e às vezes nem enfiava dentro de mim. Hoje em dia, já sinto uns dois ou mais dedos. Quanto mais dedos ele coloca, mais excitada eu fico.
A gente não conversa muito. Horário para conversar era durante o dia, quando estávamos a passeio. Durante noite, principalmente quando ficávamos sozinhos em um lugar vazio, era a hora da saliência. O único som que escutava eram os gemidos dele direcionados no meu rosto. Também escutava os meus, é claro. Sempre fui obrigada a gritar baixinho nesses momentos.
Sentada em cima de Rafael estou novamente rebolando a minha bunda sobre o seu pênis que, ainda não foi tirado do seu esconderijo. Não vai demorar muito para ele sair de sua toca. Rafael já percebeu que estou preparada. Ele agarra e depois tira a minha blusa e, com os meus seios à mostra, começa a chupa-los. Que sensação gostosa. Meu quadril fica se movimentando como se estivesse descontrolado, ou desgovernado. Isso é tão gostoso. Rafael puxa a minha calcinha e, assim, fico totalmente nua. O espertinho continuou vestido. Por enquanto...
Saio do colo dele e retiro a bermuda que o garotão está vestindo. É uma bermuda de surf. Fui eu quem deu de presente para ele. Só de olhar para aquele volume sob a cueca fico literalmente dominada pela luxúria. Ah, que se dane a cueca! Me ajoelhei em frente daquilo e puxei da forma mais agressiva possível. Estava com pressa. Agarrei o pau dele e comecei a chupa-lo. Não precisei, de início, dar uma cuspidinha na cabeça. Ela já estava toda meladinha.
Como adoro fazer boquete, caí de boca naquela protuberância. Ai, Rafinha... como pode um negócio desses ser tão gostoso... Imagine só, leitor, um objeto desses sendo vendido em supermercados, restaurantes e lanchonetes. Ah, meu Deus! Rafael ganharia uma fortuna. Que cacete cheiroso. Sabe o que é melhor do que isso?  O sabor. Hum... é bem salgadinho. Delícia! Chupo com tesão.
Ah! Não aguento mais. Me levanto e, depois de cuspir na minha mão direita, passo o líquido em todo o pau, principalmente na parte superior. É hora da parte mais divertida. Vou me sentar novamente sobre Rafael. Quer dizer, sobre o pau de Rafael. Havia várias possibilidades de posições para fazer isso. Poderia me sentar de frente, de lado, de costas... Mas preferi a posição de cócoras, cara a cara com Rafinha, com o rosto dele totalmente disponível para eu poder beija-lo na hora que quiser, sem sair da posição.
Ah! É tão bom quicar em cima daquele pau. Estou de cócoras, com os braços apoiados nos ombros do meu garotão. Ele chupa os meios seios, no mesmo instante em que agarra e segura a minha bunda, me ajudando a movimenta-la para baixo e para cima. É uma delícia. O orgasmo pode chegar a qualquer momento. Não quero que ele chegue rápido, muito pelo contrário. Por mim passaria o dia todo sentindo o pré-clímax. É uma sensação tão... mas tão gostosa que não há comparação. Só experimentando, para saber.

                                                                              ***
Por fim, depois de dezenas de minutos que pareceram décadas, meu orgasmo explodiu. É isso mesmo. Gozei feito uma louca. Mas não gozei alto, se você quer saber. Fico rindo só de imaginar meu pai acordando assustado, depois de ter escutado sua filha querida e comportada aos gritos dentro de casa em plena madrugada. Me obriguei a gritar baixinho. Não sou muito afim de fazer isso. Gosto de ser escandalosa. Mas me contentei em gemer baixinho durante todo esse tempo. Só consegui fazer isso porque Rafael me ajudava, tampando a minha boca, o que só aumentava ainda mais meu tesão, pois me sentia uma cadela.
Não tenho mais o que lhe dizer leitor. O aconteceu foi exatamente isso tudo. Quando terminou, mandei Rafael ir para casa. Fiquei até com dó da cena. O taradinho é um garoto insaciável. Sem ele comigo em casa, não tinha mais nada para fazer nessa noite. Por isso decidi subir para o meu quarto e dormir, o que, para mim, não vai ser nada difícil, Minha energia estava esgotada. A culpa é do Rafael, kkkk.

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