quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Thaís: a prima imprestável.




Eu tenho uma prima de 15 anos que, em se tratando de sexo, parece uma mulher de 30. A garota parece que nunca apaga o fogo e, quando está perto de André, não tem um pingo de vergonha de demonstra-lo. André, para quem está interessado, é um dos primos de Thaís, a priminha safada. André é meu irmão.
Certo dia, assim que cheguei do colégio, estava entrando em casa e escutei uns gemidos guturais. Pensei que vinha do quarto do meu irmão, André, que fica ao lado do meu, no andar de cima. Naquele momento desconfiei de serem os dois lá em cima, afinal, sempre cheguei nesse mesmo horário e flagrei os priminhos transando, pois os mesmos sempre foram de fazer sexo dentro desta casa. Na maior cara de pau. Meus pais até já estavam acostumados a ver Thaís sair de manhã cedo do quarto de André. Por conta disso, imaginei que os causadores daqueles sons nada discretos seriam meu irmão mais velho e nossa priminha tarada e safadinha que, provavelmente, estaria curtindo a ausência dos meus pais em casa. Decidi subir calmamente as escadas, para não fazer barulho e, como já podia imaginar, os gemidos e sussurros vinham justamente do quarto de André.
- Tu gosta disso, sua cadela?
- Ohhh! Gosto. gosto...
- Sua gostosa... Vaca... Safada... Cachorra... Geme, vai!
- Ahhhh! Mete mais, mete... Mete gostoso nessa cachorra! Meu putão delícia.
Tive a brilhante ideia de ir até a porta do quarto, que estava encostada, para poder ver a cena mais de perto e mais detalhada. Quando cheguei na pequena abertura, comecei a ver a cena e, confesso, fiquei totalmente chocado.
No quarto de André, na bela e espaçosa cama de casal, pois mamãe tinha dado uma cama de casal para André como presente de aniversário de 18 anos, vi duas pessoas transando em cima dela. Uma delas não era meu irmão, mas meu pai, que reconheci pelo corpo um pouco já desgastado pela idade, com uma grande quantidade de pelos sobre o peitoral e nas costas. A outra pessoa, por conta do cabelo castanho, pele clara e do corpo e bunda avantajados, reconheci instantaneamente. Era a bela rapariga, a prima e puta do André, ou melhor dizendo, a nossa priminha safada.
Deitada na cama ela gemia feito uma égua no cio. Papai, ajoelhado no chão, estava lambendo a vagina dela, que estava deitada na cama, toda arreganhada, com as mãos apertando e acariciando os seios fartos.
- Chupa ela, vai! Chupa ela toda! Ahhh! Hummm... delícia de língua.
Meu pai parou de lamber aquela região e puxou ela para junto de si e lhe deu um beijo daqueles bem salientes, murmurando coisas que, de onde eu estava, não dava para ouvir. Só escutava os gritinhos e grunhidos nada discretos que ela dava, além dos movimentos de seus lábios, que dava para compreender que significava "Humm", "Ahh", "Ai". Papai começou a penetra-la. introduziu seu pênis nela com bastante força porque, acostumada a transar André todo santo dia, a aquela parte íntima já estava larga o suficiente para aguentar o imenso instrumento de prazer de um homem adulto e experiente como meu pai. Depois de alguns minutos ela ficou na famosa posição de quatro e meu pai se aproveitou da situação e se satisfez com a pose da rapariga. se movimentava com tanta força que ela chegava a cair para a frente. Fazia cara de dor mas, pelo gemido e seu comportamento ofegante, qualquer um notaria que a garota estava sentindo prazer. Papai não usava camisinha, talvez por conta dos anos de experiência fazendo sexo com a minha mãe e, depois de ver a cena que estou escrevendo neste conto, ele provavelmente deve ter colocado muito chifre na mamãe, coitada, fator esse que aumenta ainda mais sua experiência no sexo. Entretanto, papai deve dar conta do recado, afinal, já vai fazer mais de uma década que estão casados. Ou então deve ser um excelente ator.
Depois de um bom tempo, papai a puxou e obrigou a ficar deitada de ladinho, com as pernas totalmente abertas, sendo a perna direita levantada para cima. Ele ficou por de trás dela e começou a penetra-la. De onde eu estava, notei que a vagina já havia mudado de cor. Agora estava vermelha. Papai agarrava os peitos da jovem com tanta força que, quando os soltava, deixava marcas vermelhas na pele dela. Eles estavam transando com força. Muita força.
Depois a garota teve a atitude de sair da posição e manda-lo se deitar de costas. Quando meu pai obedeceu, todo triunfante, Thaís se sentou de cócoras e começou a rebolar descaradamente no pênis do meu coroa. Notei que aquele instrumento estava brilhando bastante. Cheguei à conclusão que isso acontecia graças a grande quantidade de líquido ejaculado da parte íntima de Thaís. Quicando, quicando e quicando, a garota variava na velocidade. Às vezes sentando devagarinho, outras vezes com muita força. O ritmo e volume dos gemidos eram proporcionais à velocidade. Observei que papai não fazia nada. Ficava só olhando para o rosto da minha prima.
Ficava imaginando o tesão que ele sentia e notei que meu pênis estava bastante duro e, por conta disso, decidi me masturbar ali mesmo onde estava. Rapidamente gozei e me perguntei como meu pai aguentava ficar todo aquele tempo fazendo sexo com a prima mais gostosa que eu tinha, sem muito menos gozar dentro dela. Cheguei novamente à conclusão de que isso se devia a experiência de meu pai. Minutos depois, ele não resistiu e praticou o coito interrompido, já ouviu falar? É quando você tira seu pênis de dentro da vagina segundos antes de gozar no interior desta. Ele foi muito corajoso de fazer isso, afinal, poderia engravida-la, causando um escândalo entre os familiares. Além de uma intensa e imensa briga com meu irmão, que é praticamente puxa saco do meu coroa.
Depois de gozar, meu pai se levantou e foi ficar de pé sobre o chão do quarto. Thaís continuou em cima da cama, dessa vez de quatro na frente dele. Papai mandou que ela chupasse aquilo e ela obedeceu o comando. A mocinha chupou e saboreou até que o pênis de meu pai ficasse sem nenhum resquício daquele líquido. Lambeu as bolas e foi subindo até aquilo que chamamos de "cabeça do pênis". Quando chegou aí, Thaís deliciou-se triunfantemente. Meu irmão sempre me disse que ela gostava era dessa área. Thaís chupava o pênis, ao mesmo tempo em que o acariciava. Meu pai gozou novamente, dessa vez mais rápida e intensamente. Ejaculou sobre o rosto da garota, me dando ainda mais tesão. Em seguida, a morena pegou um pouco do líquido branco e, depois de se deitar de costas na cama, passou todo o conteúdo sobre a vagina e ficou massageando ela com a substância. Papai ficou louco de tesão, percebi, e, mais uma vez, praticou o sexo oral na jovem. Esta instantaneamente alcançou o orgasmo.
Passados alguns minutos, assim que eles começaram a dar sinais de que tinham acabado com a diversão, me levantei e fui direto para meu quarto, destranquei a porta deste e, quando entrei, tranquei-a novamente. Todo mundo da casa sabia que, sempre que saia, eu deixava o quarto trancado. Ao contrário de André que, se fizesse o mesmo, provavelmente não ficaria sendo humilhado desse jeito pelo próprio pai e pela sem vergonha de nossa prima da qual eu percebia que ele gostava bastante, a ponto  de querer tornar mais sério o relacionamento.
Fiquei por de trás da porta tentando escutar algum ruído. Até que por fim ouvi passos no corredor, eram meu pai e Thaís saindo do quarto. Fiquei de vigia na minha janela, para ver os dois saindo de casa e, quando isso aconteceu, foi justamente no momento em que meu irmão estava chegando do curso. O cara nem pareceu desconfiar, já foi logo dando abraços e beijos na namorada. Thaís o tratou como se não tivesse, minutos antes, terminado uma transa com seu sogro. Eu, por fim, aborrecido com tudo aquilo, fui trocar de roupa, para depois assistir televisão no meu querido quarto.

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