segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Solange




Tenho uma vizinha de cerca de 30 anos que mora sozinha em uma das casa do meu bairro. Tem a pele morena, mas não literalmente negra, cabelos pretos e um excelente corpo, levando-se em consideração sua idade. Solange, como é chamada, mora sozinha em uma casa amarela de muro baixo. Apesar de ter um filho ainda criança, prefere viver solitariamente em sua habitação. Não que seja tão solitária assim. Até que ela gosta e curte bastante receber umas visitinhas de amigos. Não de amigas, mas de amigos. Já vi várias mulheres fazendo visitas à deusa, mas também vi vários homens entrando e saindo daquela residência que fica bem na esquina da rua, na frente da minha. Ah, é importante acrescentar que ela não fica presa dentro de casa. A morena também sai com seus peguetes de vez em quando. Cada um tem cada carro... Mas comigo, que sou amarradão nela, ela nunca saiu. Nem nunca deu atenção.
Certo dia dia, cá estava eu sentado na calçada de casa quando ela saiu de sua residência só de pijaminha, daqueles que são compostos por duas partes, a blusa e o short de bolinhas, ambos cor de rosa e, sentando ao meu lado, me pediu ajuda lhe dar uma ajudinha, fazendo um pequeno conserto em seu guarda-roupa, que executava um som esquisito ao abrir a porta de correr. Eu, já totalmente hipnotizado com aquela deusa vestida de pijama cor de rosa, decidi obedecer ao pedido e a acompanhei até a casa da frente.
Chegando lá, no momento em que ela abria a porta do quarto, fiquei refletindo: " Nossa, hoje é meu dia de sorte. É claro que um pouco mal humorado por ter acordado tão cedo mas, ser induzido por essa tigresa até o seu quarto, já é um sinal de como vai ser o restante deste dia. Oh meu Deus!".
Solange, assim que entramos no quarto, fechou a porta e a trancou. 
- É para nos dar segurança, gatinho. Ela disse
"Para nos dar 'segurança'? Não estamos 'sozinhos' aqui? E que estória é essa de 'gatinho'?", eu pensei. Solange, notando meu comportamento, indagou:
- Aconteceu alguma coisa, lindinho?
- Não, estou apenas observando se tem algo quebrado por aqui.
"Lindinho?", pensei.
Ao ouvir a minha resposta ela se levantou e foi rapidamente para o banheiro, que fica dentro do quarto.
- Vou tomar um banho para tirar toda essa ressaca do sono. Pode ficar aí consertando, lindinho. Disse Solange ao acariciar os ombros do rapaz, antes de ir ao banheiro.
"Tem alguma coisa de errado. Ela nunca me tratou assim. É claro que estou fazendo um servicinho a ela, mas, isso não é motivo para ser tratado desse jeito. Tem algum caroço nesse angu...", eu pensei. Em seguida notei que a morena tinha entrado no banheiro deixando a porta deste aberta. Não totalmente aberta, mas com uma pequena abertura que qualquer pessoa notaria, inclusive ela que deve ter a deixado meio escancarada de propósito.
Pois bem. Eu, que não sou nem um pouco santinho e idiota, deixei o guarda roupa ali, paradinho, e fui dar uma espiada no que estava acontecendo dentro do banheiro. Hoje era mesmo o meu dia de sorte. Solange já estava só de calcinha, também cor de rosa, e a blusa que, desde o momento em que ela saiu de sua casa para me chamar na minha, tinha notado a ausência de sutiã sob a blusa. Fiquei totalmente excitado. Pela primeira vez estava ali dentro do quarto da minha deusa, praticamente nua no banheiro. Fiquei sem saber o que fazer. Queria entrar lá dentro e transar com ela. Passar as minhas mãos sobre aquele bumbum durinho enquanto minha língua se enrolava e abraçava com a dela.
Notei, pelo reflexo do espelho, que ela me viu. Quando a vi, a morena já estava me encarando. Fiquei morrendo de vergonha. Não sabia o que fazer e, muito menos, o que Solange poderia fazer comigo. Por incrível que pareça, a deusa de pijama não fez nada. Isso mesmo, nada. Ficou apenas me encarando de frente para o espelho, enquanto dizia:
- Tá me espionando, hein, seu safadinho...
Eu não tinha nada a dizer, nem coragem para faze-lo. Por isso permaneci calado. Ela continuou:
- Vê se para de me espionar e volte ao seu trabalho, seu tarado. Você é muito tarado, sabia?
Dessa vez, criei coragem e respondi:
- Não.
- Pois agora fique sabendo. Você é um tarado. Um tarado ousado. Agora saia dai imediatamente e faça seu serviço, apressadinho...
- Está bem. Desculpe.
Me levantei e, como mandado, imediatamente fui cuidar do meu serviço. Assim que peguei na chave de fenda foi que comecei a estranhar. "Ela me chamou de apressadinho, safadinho e tarado", refleti. Comecei a ficar todo empolgado, afinal, ela tinha acabado de me dar mole no banheiro e, antes de entrar, Solange acariciou-me os ombros, deixando-me totalmente alerta. Sim, a morenaça estava na minha mão, era só eu jogar o joguinho dela e, parece loucura, não fazer nada até ela pedir. Solange sempre me pareceu ser uma mulher dominadora de homem na cama. E eu, confesso, estou todo afim de ser seu bonequinho de prazer.
Assim que terminei de consertar o guarda roupa, serviço que não foi nada difícil, afinal, tive que apertar apenas alguns parafusos e, confesso novamente que, com isso, tive a impressão, naquele momento, de que Solange desconsertou o móvel para que eu fosse consertá-lo, o que me deixou bastante contente mas, continuando o relato, fiquei um pouco sentado na cama a espera da minha deusa. Poderia muito bem sair do quarto e esperar na sala, pois seria muita falta de educação minha estar no mesmo lugar no qual Solange trocaria de roupa. Entretanto, desconfiado do que a morena poderia fazer comigo, preferi permanecer ali mesmo, com a maior cara de pau. Escutei ela cantando no banheiro. Cantava uma música que eu nunca tinha ouvido antes. A letra dava uma ideia do que poderia rolar: "Venha pra cima de mim, que eu estou com vontade/ me agarre, puxe e me lambe que eu estou com saudade", ela cantava.
Minutos depois Solange termina o banho e, de dentro do banheiro, grita:
- Coisa linda! Pega a minha toalha que está no guarda-roupa e traga aqui, por favor.
- Já estou indo. Falei, agora meu pênis estava literalmente duro.
Quando entrei no banheiro, a morena estava por detrás do plástico florido que protege o restante do lugar da água caída do chuveiro. Entreguei a toalha a ela que, quando a pegou, imediatamente começou a sorrir e disse:
- Me espere na cama.
- Eu quero um beijo antes, na boca. Falei, com a cara mais sem vergonha do mundo.
Ela me beijou. Naquele momento, minha vontade era, simplesmente, descumprir o seu pedido e agarra-la ali mesmo, para transarmos. Solange, percebendo minhas intenções, falou:
- Me espere na cama, apressadinho.
Foi o que eu fiz. Fui para a cama e me deitei sobre ela. Fiquei assim, deitado de costas, por cerca de uns dez minutos. Por fim a morena surgiu, vestindo o mesmo pijama. Esse ato de não trocar de roupa me deixou bastante excitado, pra falar a verdade. Estava tão louco de desejo que minha maior vontade naquele momento era tirar peça por peça daquele pijama, ao mesmo tempo em que inalava o odor literalmente excitante exalado por ela e encravado no tecido da roupa.
Solange adivinhou o que eu estava pensando e zombou:
- Vá com calma, apressadinho... Eu te chamei aqui foi pra isso mesmo.
- Confesso que já estava desconfiado, foi um trabalho muito fácil de se fazer.
- Pois é... O "outro" trabalho que quero que você faça não é para qualquer homem.
- Se eu não souber fazer, você me ensina.
- Eu não sou mulher de ensinar homem a foder. Ele já tem que saber do negócio.
- E quem foi que disse que eu não sei foder. Foder eu sei, todo homem sabe. O que eu não sei é foder com você. Pra mim te dar prazer, eu tenho que primeiramente ser orientado, não acha?
- Exatamente, gatinho. Você é muito esperto. Tem quantos anos?
- Eu? 19.
- Deve estar cheio de vontade, não é verdade?
- Com certeza.
Nesse momento ela subiu na cama e pulou em cima de mim, ficando o seu traseiro aconchegado no meu colo.
- Estou sentindo...
- O quê? Perguntei.
- O que está escondido aqui embaixo.
- E o que é que você esperava? A culpa é toda sua.
Solange começou a rir, jogando a cabeça para trás. Eu aproveitei da situação e mordi aquele pescoço exalante de um perfume ao mesmo tempo doce e agressivo, que me deixava mais induzido a morde-la do que qualquer tipo de afrodisíaco. Passei a mão pelo seu traseiro e o apertei com toda a força que tinha disponível naquele momento. Pelo fato de ela não contestar e reclamar das minhas atitudes, decidi ir mais além. Desloquei e, depois, enfiei a minha mão por dentro daquele shortinho cor de rosa. Notei que a morena não usava calcinha. Fiquei um pouco decepcionado, afinal, meu desejo era despi-la totalmente e, para isso acontecer como eu queria, a Solange deveria estar completamente vestida, isto é, com todas as peças de roupa. Calcinha, sutiã, short, blusa... Tudo. Por isso perguntei:
- Onde está sua calcinha, Solange?
- Ficou no banheiro. Por quê?
- Queria tirar tudo que você está vestindo... "Tudo", entendeu.
- Nossa! Você disse que eu deveria te ensinar a me dar prazer mas acho que você já sabe demais.
Ela se levantou e foi para o banheiro, quando retornou ela estava com o mesmo pijama e, assim que entrou, Solange abaixou um pouco o short, para mostrar que estava usando a calcinha, oque me deixou bastante excitado.
- Pronto rapaz... Agora estou toda completa, sou todinha sua.
Ela novamente se sentou em cima de mim e eu a agarrei. Sem perder tempo, coloquei a minha mão no mesmo lugar e comecei a massagear a região, a esta altura já bastante quente e molhada. Ela não parava de ofegar. Pedia que eu fizesse tudo que eu tinha vontade de fazer, que ela estava louca de tesão. Foi o que fiz. Tirei tudo que estava despindo aquele corpo super bronzeado. Comecei pela blusa... Quando a tirei notei que faltava o sutiã. O tesão que estava sentindo fez com que eu nem ligasse para isso. Só tive olhos para aqueles seios fartos, cujos mamilos já estavam bem pontiagudos. Sinal de que Solange estava respondendo com muita vontade as minhas carícias. Depois passei para o short. O agarrei e puxei com tanta força que a mulher pensou que eu o iria rasgar. Mas não rasgou, infelizmente. Queria te-lo rasgado, só para levar uma surra daquela mulher. Assim que ficou apenas de calcinha, mandei ela se deitar, ouviu? 'Mandei" ela se deitar, e a morena cumprimentou minha ordem. Se deitou de bruços na cama. O bumbum dela ficou todo empinadinho. Chega brilhava ao refletir a luz do sol que entrava pela janela naquela manhã. Comecei a passar a mão por aquela região macia. Passei os meus dedos por entre os pequeninos espaços disponíveis na região entre a calcinha e o ânus. Depois desci um pouco e, depois de lamber meus dedos, enfiei-os dentro dela. Ela começou a gemer. Gemia saciada. Parecia até que já tinha gozado.
Quando tirei a calcinha a morena, imediatamente, abriu as pernas e ficou ali deitada de bruços balançando os glúteos. Em seguida, com a morena completamente nua, comecei a chupa-la toda, da cabeça aos pés. O sexo oral foi o que mais pratiquei naquele dia. Solange tinha um gosto maravilhoso. Quando penso nele, fico de água na boca, e com o pênis ereto, é claro.
Depois do sexo oral, era hora de fazer aquilo que, desde o dia que a vi, morria de vontade de fazer: me unir a ela, literalmente, da forma mais prazerosa possível. Para isso acontecer, me despi e, depois que ela me deu a camisinha e eu vesti o preservativo, não perdi tempo e enfiei meu cacete dentro dela. Instantaneamente Solange gritou um daqueles gritos bem agudos. Me assustou, confesso, mas como era de prazer então fiquei aliviado. Meti, mas meti tanto que, no momento em que estava prestes a gozar, notei que a rapariga já tinha chegado ao clímax. Justo naquela posição, que considero a mais desconfortável para uma mulher. A mulher deitada de bruços e o homem se movimentando em cima dela, com os braços jogando todo o peso sobre as costas da mulher. Mas vai entender, hein? Mulher tem cada uma...

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