terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Orgia na escola




Cansado, exausto e de mal humor, Drake, em plena segunda-feira, acorda mais uma vez para ir à escola. Se levanta, vai ao banheiro, escova os dentes e vai à cozinha para tomar seu café da manhã. Da cozinha, ele grita para a mãe, que está na área de serviço:
- MÃE, JÁ TÔ INDO!
- TU TOMOU TEU CAFÉ, MENINO?
- JÁ! TAVA MUITO GOSTOSO!
- POIS VÁ COM DEUS!
Após alguns minutos pedalando na sua bicicleta, o rapaz, por fim, chega na escola. O moleque não perde tempo e já vai onde estão Alice, Rafaela e Larissa, as três alunas mais sem vergonha do colégio. Larissa, uma negra do cabelo cacheado, tendo um bumbum todo empinadinho, é quem faz a recepção ao jovem:
- Drake, seu safado, seu filho da mãe, me dá um beijo, vem.
O garoto, que não é idiota, dá o que a morena pede. Beija ela, ao mesmo tempo em que passa a mão na região dos glúteos, subindo, depois, a esquerda para acariciar os seios da jovem.
- EITA, QUE SACANAGEM DANADA! TU QUER ELE SÓ PRA TU, LARISSA? TEM QUE COMPARTILHAR COM AS AMIGAS, SUA CACHORRA!
Rafaela, uma garota magrela que só sabe falar safadeza, "rouba" o rapaz de Larissa e lhe dá um beijo nada discreto, enquanto acaricia e aperta o pênis do jovem.
-  Cachorro... Tira essa roupa, vai, disse Rafaela.
- Deus que me livre, a  aula vai começar daqui a pouco e, também, alguém pode nos ver!!
- DEIXA DE SER FROUXO, DRAKE, TODO MUNDO AQUI NA ESCOLA, E ATÉ FORA DELA, SABE DA BAIXARIA QUE ROLA ENTRE NÓS TRÊS!
Essa que se manifestou foi Alice, uma ruivinha que adora fumar maconha durante os intervalos. Rafaela concordou com a ruiva:
- É Drake, tira logo essa roupa, deixa eu te massagear, vai.
- Não, não e não, a gente nunca transou aqui, debaixo da árvore, com pessoas podendo ver a cena.
- Ah, fala sério Drake, tira logo essa roupa aí, meu! Disse Alice.
- Não, e estou falando sério, se tiverem afim, só por de trás da escola, lá no matagal, tá OK?
- Ei, gente, tiva uma ideia! disse Larissa.
- Qual é? Perguntou Rafaela.
- Hoje, por conta das manifestações dos professores, só vai haver aula até o terceiro horário e, na hora do recreio, todo mundo tá liberado para ir embora.
- E daí? Se manifestou Alice.
- Hora "e daí", Alice, deixa de ser burra. Enquanto os "nerds" estiverem evacuando para casa, a gente dá um jeito de continuar aqui escondidos até que o vigilante tranque a escola, deixando nós quatro presos aqui dentro. Com isso, teremos liberdade e tempo suficientes para fazer uma orgia com Drake.
- Ah, agora entendi, vamos fazer sexo com a escola vazia. Interessante... A gente poderia fazer na sala de aula ou, então, na secretaria.
- Não, a gente faz aqui mesmo. Na secretaria é um pouco arriscado, sem falar também que não temos como invadir a secretaria e transar lá dentro, disse Drake.
- Isso é verdade mas, se tivesse como fazer isso, seria bastante legal, né? A gente poderia fazer um vídeo do que rolaria lá dentro e, depois, jogar na internet, replicou Alice.
- Iria bombar na rede, disse Rafaela.
- Além de chocar todo mundo que frequenta a escola e todo mundo da cidade, completou Larissa.
- Isso mesmo, Larissa, muito bem. Concordo com você. Bem, então está marcado, depois da aula a gente se reune para transar aqui, OK?
- Ok! disseram simultaneamente Alice, Larissa e Rafaela.
Terminada a aula, ocorreu tudo como previsto. Todos os alunos foram para casa. Os professores foram para a manifestação. E os demais funcionários da escola saíram para curtir a "folga". As únicas pessoas restantes na instituição foram Drake, Alice, Rafaela, Larissa e Seu Francisco, o vigia, já bastante idoso e que estava muito apressado para ir embora, depois, é claro, de fechar o colégio.
Minutos depois, com a escola já fechada, os quatro adolescentes saíram do esconderijo localizado nos fundos do prédio. Alice, a maconheira, é a primeira a se manifestar:
- Huhu! Vamos bagunçar que a escola é nossa!
- Tira logo essa roupa Drake! Disse Rafaela.
Rapidamente obedecendo, Drake fica completamente pelado no pátio da escola.
- Uau! Drake! Essa teu pintinho cresceu desde a última vez que eu o vi, lá na minha casa. Afirmou a Larissa.
- Tá bom, galera. Deixa de tanto papo e vamos pro trabalho. Disse Rafaela.
As garotas partiram para cima de Drake, empurrando-o para o banco do pátio. Larissa foi passando a mão por dentro da cueca enquanto Alice abria o zíper da calça dele e alisava suas partes íntimas. Rafaela se contentava apenas em beija-lo, ao mesmo tempo em que se masturbava para, depois, colocar os dedos melados na boca de Drake, para que este os chupasse. O garoto, para ficar mais confortável, decidiu se deitar no banco, como se fosse um banquete no qual as garotas poderiam aproveitar melhor.
Enquanto Alice praticava sexo oral em Drake, passando a língua bem no alto do pênis, para depois descer aos testículos do rapaz; Rafaela, já toda despida, fez questão de se sentar em cima do rosto do jovem. Este ficou louco de desejo pois, além de sentar, a garota também rebolava e dançava em ritmo lento sobre sua boca e seu nariz.
- Chupa ela, vai Drake! pediu Rafaela que, cheia de tesão, não resistiu e começou a apertar os mamilos. Alice, como toda e boa amiga, decidiu dar uma ajudinha à Rafaela e, instantaneamente, se dedicou àqueles seios já bastante vermelhos de tanto a garota magrinha ter apertado. Alice, como você já deve ter percebido, é uma bissexual assumida, igualmente a Rafaela e Larissa. Por conta disso, ela optou por se sentar no pênis de Drake, enquanto beijava Rafaela.
- Ahhh! Que gostoso...
Drake, deitado em cima do banco, não conseguia fazer mais nada, apenas sentir aquela região íntima da ruivinha se movimentando nele, ao mesmo tempo em que Rafaela dançava sobre o seu rosto. Drake já estava prestes a ter seu nariz quebrado, de tanto peso em cima do seu rosto.
Larissa que, vendo aquela cena, não sabia o que fazer para chegar ao orgasmo, tentou expulsar Alice de cima do jovem e se divertir também.
- Já chega, Alice. Eu quero ele também, cabelo de fogo.
- Só mais um pouquinho...
- NÃO, já tá com mais de meia hora que tu tá sentada aí em cima e não chega lá!
- Mais eu tô perto!
- Pois anda logo!
Foi o que Alice fez. Atingiu o orgasmo. Fez isso escandalosamente. Para todo o mundo ouvir:
- AHHH! GOZEI! DELÍCIAAA!
Cansada de tanto esperar Larissa expulsou a ruivinha.
- Sai, sai, sai
- Hãããããããã, sua chata...
- Chata é você, sua vaca do cabelo de fogo.
- Gente, para com isso, tão me desconcentrando! disse Rafaela, que naquele momento já estava deixando a boca de Drake totalmente úmida e molhada.
- Depois de mim é tu, Rafaela, disse Alice.
Rafaela saiu e, Alice, sentou no rosto de Drake, antes, é claro, de beijá-lo.
Larissa, como se estivesse a décadas na seca, já foi tirando a roupa e sentando no pênis do jovem. Cavalgava que nem um toureiro em torneio de vaquejada. Ela, que não era muito decidida, toda hora mudava de posição. Começou cavalgando, depois mudou para a posição de cócoras, depois para a de frente para Drake, em seguida a posição de costas para o mesmo. Até que por fim, depois de tanto rebolar e saborear os seios da Alice, Larissa chegou lá.
- Ahhhh! Minha nossa!
Após alguns minutos, as garotas deram a oportunidade para Drake ejacular. Larissa foi quem primeiro se manifestou. Ela fez sexo oral no rapaz e saboreando cada cantinho do pênis do jovem, enquanto Rafaela se contentava com as bolas do rapaz e, Alice, passava a mão pelo peito do garoto, ao mesmo tempo em que beijava salientemente o mesmo. Drake não resistiu tanto tempo e, em menos de quinze minutos ejaculou, gemendo feito um maluco.
- Ahhhh! suas cachorras! disse o rapaz.
- Gozou safado?! disse Rafaela.
- Foi muito massa a suruba de hoje, afirmou Alice.
- Deveríamos fazer isso mais vezes, sexo na escola é super-mega divertido e excitante, continuou Larissa que, depois de alguns segundos de silêncio, acrescentou:
- Bem pessoal, a diversão acabou, infelizmente.
- É melhor a gente ir embora, pode vir um outro vigia para substituir o velho, disse Drake.
- Ah! Esse Drake, deixa de ser medroso. Se vier outro vigia, vai ser somente à tarde, disse Rafaela.
Depois disso, Drake, Alice, Rafaela e Larissa foram para onde estavam suas roupas e vestiram-nas. Depois deram um jeito de escapulir da escola e ir cada qual para a sua casa.

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