sábado, 12 de dezembro de 2015

Sabrina: a garota da roça.




Todo mundo me chama de Drake, este não é meu nome original. É muito feio, por isso preferi não lhe dizer qual é. Mas estou escrevendo este texto para relatar um caso bastante erótico. Daqueles que não merece ser esquecido, sabe? Pois bem... Recentemente, me mudei para uma localidade na zona rural, daquelas bem no fim do mundo mesmo, sabe? O motivo da mudança foram problemas financeiros dos meus pais, que tiveram que vender o apartamento e comprar uma casa simples e barata no interior e, com o lucro da venda, pagar as exorbitantes dívidas acumuladas. Nunca me interessei em sair da zona urbana, pelo fato de as garotas serem mais gostosas, safadas, soltinhas e assanhadas. Coisa que eu jurava não existir em um interiorzinho totalmente caipira. Mas como estava enganado...
Certa manhã, cerca de uma semana depois de chegar à localidade (semana esta que passei enfurnado dentro de casa sofrendo com a saudade da antiga vida urbana), decidi dar uma volta pelas ruas do local. As casas são distantes umas das outras, o que me obrigou a andar muito. Depois de alguns minutos de caminhada dei de cara com uma garota negra, sentada, chupando manga na frente de uma casa. No mesmo momento fiquei bastante atraído por aquela deusa. Tinha cabelos pretos e cacheados, olhos escuros e nenhuma espinha no rosto. Ou seja, tinha o rosto bastante belo. Só que este atributo físico não foi o que chamou a minha atenção. A morena tinha uma exuberância acima das perna, na parte de trás, sabe? É o bumbum, se você quer que eu especifique. Era muito grande, daqueles que  te deixa de olho durinho nele, sabe? Daqueles que, quando você tem uma foto tirada dele, você se masturba e alcança o orgasmo em menos de 10 segundos, sabe? Pois é, a garota tinha um popozão tão maravilhoso que, na hora que o vi, meu pênis começou a reagir aos meus pensamentos eróticos e ficou de um volume tão notório que fui obrigado a pegar nele, por cima do pano da calça, para ajeita-lo dentro da cueca. Executando essa ação, a garota viu e ficou me olhando e, depois que mostrei timidez, começou a achar graça da minha atitude. Me senti um mongolóide, literalmente. Pensei em dar meia voltar e ir retornar para casa mas, como a idiotice já estava feita, decidi continuar meu passeio pelo trajeto.
Quando passava na frente da casa, ela fez questão de me mandar um beijinho, fazendo biquinho, e falou:
- Fica com vergonha não gatinho, já estou acostumada. Aqui nesse interior todo cabôco morre de vontade de me levar para a cama. Se eu fosse transar com todo mundo que me quisesse eu, provavelmente, estaria só o bocal. Tu parece que não é  daqui, tu é de onde fofo?
- Eu sou de Cará.
- Ah! Tu vem da cidade, deveria ter notado pelo seu porte e modo de se vestir. Tu me parece que é bem cheirosinho, posso sentir?
Nesse momento perdi a timidez e decidi me aproveitar da situação:
- Mas é claro, gatinha.
Ela sorriu.
- Nossa! tu tem pegada, heim, gato, ninguém nunca me chamou de gatinha na minha cara, só às escondidas.
- Pois é, eu vim de fora e tava a fim de procurar alguém pra conhecer e curtir. Tá afim?
- Eita, heim, tu é direto mesmo!
- Era assim que eu tratava as garotas da minha antiga cidade. Pegava elas fácil, fácil.
- Já pegou muitas por lá?
- Já, várias. Por quê?
- Tu já foi pra cama com elas?
- Mais é claro, essa é a melhor parte.
- Como é teu nome?
- Drake, e o seu?
- Sabrina.
Nesse momento ela chegou perto e me deu um beijo daqueles que te deixa cheio de vontade, sabe? Foi tão delicioso... Naquele momento decidi passar a mão naquela região exuberante que descrevi agora pouco, afinal, não tinha ninguém na rua e esta, por sua vez, era pouco movimentada e de difícil acesso, por conta do grande número de buracos e da presença de matagais na área. Ela não fez nada, então decidi me "aprofundar" mais. Sabrina novamente não fez nada. Então decidi vasculhar pelo interior do seu short. Passei a mão pela carne da bunda e ela continuou me beijando. Quando finalmente comecei a massagear a vagina que, naquele momento já estava bem úmida, a morena começou a arfar e soltar pequenos e baixos gemidos sobre a minha boca, no mesmo momento em que começava a apertar o meu pênis por fora da minha calça. Por fim ela parou e disse pra mim:
- Nossa, tu tem pegada.
- Tenho mesmo?
- Mais é claro!
- Dar para perceber, você está molhada.
Nesse momento, ela sorriu e chupou a minha língua com toda aquela vontade de quem está a séculos sem beijar.
- Você mora aí mesmo? Perguntei.
- Humhum.
- Sozinha?
- Não, com minha avó, que é aposentada e que, neste exato momento, está na cidade para receber a pensão.
- Ela vai demorar muito? 
- Geralmente ela chega antes do meio dia. Por quê?
- Eu quero entrar aí dentro, com você, agora.
- Ai, Drake, tu é tão safado. Tu quer mesmo?
- Quero.
Passados alguns segundos...
- Então?
- O quê!?
- Tá afim ou não? Se não quiser transar aí dentro, a gente pode se pegar aqui mesmo. Só que nesse caso você fica correndo o risco de alguém ver e ficar falando mal de ti.
- Ai, seu cachorro, vamos, entra, que eu confesso que tô louca de vontade. Queria fazer uma pergunta.
- Pois faça.
- É sobre o seu pênis, ela disse sussurrando. Ele é grande? Perguntou a moça.
- Eu acho grande mas, pra comprovar o tamanho, vou ter que te mostrar.
- Você curte sexo oral? Por que a maioria dos homens só querem o vaginal.
- Mais é claro. Fiquei com água na boca só de ficar dedilhando sua vagina.
- Safado.
Nesse momento ela me agarrou e entramos na casa.
A casa é bastante simples, típica do interior, com poucos móveis na sala: televisão, estante, DVD, som, cadeiras, mesa, sofá, entre outros objetos, como quadros. Fomos direto para o quarto de sua avó, com cama de casal e um guarda-roupa. Sabrina não perdeu tempo e já foi logo me agarrando, me beijando e tirando a minha roupa. Eu, que não sou burro nem idiota, decidi fazer o mesmo, mas antes, é claro, dei uma bela de uma bofetada no bumbum da rapariga. Ela gritou e sorriu.
- Eu quero que tu me dê muito prazer, lindo.

Não aguentei, dei mais um tapa na bunda dela e fui arrastado à cama. Tiramos nossas roupas e ela, louca de tesão, igualmente a mim, foi logo pegando no meu instrumento de prazer e passando a língua sobre ele. Tinha a língua bem quente e veloz. Lambia e ficava, simultaneamente olhando para mim fazendo cara de safada e me perguntando se eu gostava mesmo de praticar sexo oral, que nem ela. " É o que mais gosto de fazer", respondi. Em seguida ela se levantou, cheia de atitude, e se deitou na cama - pois até então eu estava sentado nesta e, ela, ajoelhada no chão- e arreganhou as pernas me encarando no momento em que massageava a região úmida e íntima, que já exalava um cheiro maravilhoso do qual fui induzido a ficar com água na boca e, como diz a gíria popular, "caí de boca".
Sabrina tem uma vagina bastante escura, com uma pequena quantidade de pêlos acima, que deixou crescer de propósito. Enquanto massageava, dava para notar a gosminha nos dedos dela, extraída de dentro. Levava aqueles dedinhos à boca e começava a lambe-los, fechando os olhos para saboreá-los e sentir mais tesão. Aquilo me deixava louco. Louco o suficiente para agarrar e puxar aquelas pernas a mim e começar a morder e passar a língua naqueles pezinhos deliciosos para, depois, fazer o mesmo com sua canela, com suas coxas e, finalmente, beijar aqueles lábios cor de chocolate.

beijei, beijei e beijei muito aquela boca íntima e maravilhosa. Enquanto beijava, Sabrina não parava de gemer. Não sabia se gemia ou se balançava os quadris. Estava louca de tesão. Tesão o suficiente para puxar minha cabeça mais para dentro de sua boca, sempre falando obscenidades. Frase loucas. Frases que só me deixavam ainda mais motivado.
- Ai, Drake, tá tão gostoso. Enfia essa língua, vai. Lambe... que eu quero gozar pra valer. Ahhhhhh! Delícia! Beija, beija! Ah, mais é tão gostoso!
Ela colocava um de seus dedos na boca e começava a chupa-los.
- Hummm... Ahhh...
Nesse momento, decidi enfiar dois dedinhos dentro dela e dar-lhe um beijo quente na boca.
- Continua Drake...
- Com o quê?
- Com tudo.
Foi o que fiz, gireis os dedos movimentando-os para frente e para trás. A garota me pedia mais. Comecei também a dar atenção a seus belos seios que, somente naquele momento, é que fui notar que eram bem fartos. A moça não conseguiu se controlar e deu um gemido alto que, confesso, me deixou assustado, afinal, era de dia e poderia chamar a atenção de pessoas que poderiam estar passando na rua, o que raramente acontece.

- AÍ! DELÍCIA! GOSTOSO! SEU SAFADO, FILHO DA MÃE! VEM ME DAR PRAZER, VEM!
- Sabrina! Tá ficando maluca? Alguém pode ouvir a gente, quer dizer, você!
- Ah... seu safado, seu filho da mãe, não se preocupe com isso não. As casas são distantes umas das outras.
- Sua vaca!
- Eu quero que você continue me lambendo, lindo. Mas não tire esses dedinhos deliciosos de dentro de mim não, seu gato.
Não aguentei o tesão e penetrei a língua no ânus da Sabrina. O cheiro dele estava me deixando cada vez mais excitado.
Depois de tanto chupa, chupa e lambe, lambe, estava na hora da transa. Parecíamos dois animais no cio. O tesão chegou a nos atrapalhar durante um pequeno intervalo. Não estávamos decididos sobre qual seria a posição para iniciarmos. Depois de um momento, concordamos em começar com ela de pernas abertas embaixo de mim, pois era assim que ela estava enquanto eu praticava o sexo oral. Não perdi tempo, depois de colocar a camisinha, penetrei-a de uma vez só e depois fiz movimentos lentos, às vezes profundos e às vezes não, sempre perguntando se era assim que ela gostava. Dizia que sim. Passamos alguns minutos nessa arrumação, Sabrina ficava sempre ofegando e suspirando baixinho. Me pareceu que ia gozar e foi o que realmente aconteceu. Soltou o ar dos pulmões, como se tivesse chegado recentemente de uma maratona. Estava totalmente suada, cansada. Sua vagina chega brilhava ficando, a cada segundo, mais exalante de um perfume que me enlouquecia. Não consegui resistir a essa cena e, feito um maluco, alcancei o orgasmo. Parecia que ia morrer de tanta falta de ar, de tanto prazer.
Quando acordamos, minutos depois, teve mais uma sessão de sexo, na qual repetimos tudo aquilo que tínhamos feito na anterior. Depois de gozarmos novamente, concordamos que não tínhamos mais energia e disposição para transar novamente, sem falar que tinha a avó da Sabrina, que estava prestes a chegar da cidade. Estávamos, pois, exaustos, satisfeitos e realizados. Vestimos nossas roupas e fomos para o mesmo lugar onde nos conhecemos.
- E aí, vai ter outra? Ela perguntou.
- Na hora que você quiser.
- Pois aparece aqui de noite, minha avó dorme muito cedo e dá pra gente se divertir lá no fundo do quintal.
- Que horas, mais ou menos?
- Por volta das 8 h?
- Pois está bem, você manda e eu obedeço. Até mais tarde minha gostosa.
Ela ficou me olhando até eu dobrar a esquina. Percorri o mesmo trajeto de ida. Quando cheguei em casa, almocei e fui tirar uma sesta. Quando acordei nem pensava mais na minha antiga cidade, só queria saber da Sabrina e de seu belo corpo.

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