quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dona Sheila




Drake está passeando mais uma vez pela praça. Esta, por sua vez, como todo dia de Sábado, está com poucos visitantes. Andando pela pequena rua próxima ao jardim, o garoto vê uma mulher sentada em um banco, provavelmente à espera de alguém. Drake, repetindo o gesto da senhora, que aparenta ter uns cinquenta anos de idade e que, entretanto, com um corpo e jovialidade de uma mulher de 35, decide se acomodar no assento próximo.
Passado alguns minutos, que o jovem dedicou às redes sociais, graças ao wi-fi disponível no local, a senhora chega até onde ele está e puxa conversa:
- Olá, gatinho! Está esperando alguém?
- Não, estou aqui apenas curtindo a internet grátis. E você? Notei que já está com mais de meia hora sentada ali naquele banco.
- Eu não estou esperando ninguém. Vim aqui mesmo apenas para dar uma olhadinha por aqui.
- Está gostando?
- Mais é claro!
Passados minutos de conversa, Drake notou que a mulher estava interessada nele, jogando charme de forma nada disfarçada. A senhora, que tinha a pele clara, um corpo maravilhoso e um belo par de seios, começou a passar a mão no cabelo. Drake, acostumado a diversos tipos de cantadas recebidas, já foi logo se excitando, chegando a ficar com o pênis totalmente ereto dentro da cueca, ficando um pouco desconfortável, imaginando como seria uma sessão de sexo com aquela coroa. A mulher percebeu e se aproveitou da situação, para comentar:
- Ouvi falar que, por aqui, rola muito sexo durante a noite, é verdade?
- É sim, e como!.
- Tu já transou com alguém aqui na praça alguma vez?
- Nunca fiz, nem nunca vou fazer. Prefiro a bela transa dentro de um quarto.
- Tu transa muito? Tu gosta?
- No momento não, tô sem ninguém pra transar no momento. Mas gosto sim.
- Mas é por que tu quer! Tem um monte de mulher por aí, doida para ir à cama com você.
Drake, que já sacou o que a mulher queria, foi direto ao ponto:
- E você é uma delas?
- Com certeza.
A mulher, para falar a verdade, estava ali a procura de algum garoto de programa para satisfazer seus desejos. Por isso perguntou:
- Quanto é que tu cobra pra fazer uma rapidinha comigo?
- Eu? Não cobro, não pra você, iria pra cama contigo por puro prazer, afinal, você é um mulherão.
- Nossa! Que excitante... Você me acha tudo isso?
- Quem é o louco que não acha?
- Sério? Eu tava afim de pagar alguém pra transar comigo, sabe? Mas como não estou acostumada a contratar garotos de programa, estou meio que atrapalhada pra saber os horários deles e onde eles ficam.
- Não precisa me pagar, faço isso só pelo prazer.
- Tu mora onde?
- A uns cinco quilômetros daqui.
- Isso tudo?
- humhum.
- Olha vamos fazer o seguinte, eu te levo lá para minha casa, a gente transa, se diverte, e, quando terminarmos, eu te deixo próximo da tua casa, tá certo?
- Tá certo sim.
Depois do acordo, Drake e a mulher, Dona Sheila, como é chamada, foram de carro até a casa da mesma. Chegando rapidamente lá, os dois adentraram na garagem e saíram do veículo. A impaciência tomou conta do jovem e, assim que entrou na casa, já foi passando a mão pelas partes íntimas da mulher e forçando-a a tirar a roupa. A mulher até que gostou daquilo, mas preferia se preparar primeiro,  por isso mandou o rapaz esperar no quarto.
- Quando eu entrar no quarto, já é para você está peladinho debaixo do lençol, disse a mulher.
Quando, por fim, Sheila adentrou no quarto, o rapaz pode apreciar melhor a beleza natural da mulher. Sheila tinha os cabelos cor marrom, olhos escuros e usava lingerie preta. A morena, experiente no ramo, caminhou até a cama e se acomodou debaixo do lençol. Os dois trocaram beijos e carícias. Sheila massageando o pênis de Drake, este dedilhando a vagina que, naquele momento, já estava totalmente úmida.
Sheila, sem nenhum resquício de vergonha, saiu de debaixo do lençol e foi ficando totalmente de quatro sobre a cama, à espera do garoto que, entendendo a atitude da morena, não perdeu tempo e já foi logo dando beijos em todo aquele corpo. A mulher falava obscenidades para o rapaz. Estava louca de tesão. Isso acontecia porque, além de chupar, enfiar a língua e lamber o ânus de Sheila, o rapaz, ao mesmo tempo, penetrava o dedo dentro da vagina dela, às vezes com força e às vezes não. Em seguida, Sheila retribuiu o gesto do garoto e, rapidamente, foi pegando e acariciando o pênis do rapaz e começou a lembe-lo. A experiência da mulher atingiu o prazer do jovem que, em poucos segundos, estava prestes a ejacular.
Depois de colocar a camisinha no garoto, Sheila ainda realizou mais uma vez o sexo oral no jovem, antes de se sentar no pênis. Quicando, quicando e quicando, ela gemia feito louca.
Depois de tanto quicar, chegou a hora de mudar para uma posição mais confortável, que fosse favorável a uma reboladinha no instrumento de prazer do garoto. Parece que essa ferramenta, grossa e carnuda, segundo Sheila, é de tamanho compatível com o interior da vagina dela pois, em apenas alguns minutos, rebolando e gemendo, a morena atingiu o orgasmo. Ejaculou intensamente. Tão intensamente que, depois de sair de cima do pênis do garoto, ela notou que a camisinha estava toda oleosa e úmida, isto é, cheia de líquido. Já bastante cansada e suada Sheila, ainda insaciável, pede a Drake que ejacule sobre seu rosto, deixando-a totalmente lambuzada. Drake, já ao ponto de explodir de tanto tesão, realiza o fácil pedido de Sheila e mela todo a sua face de líquido.
- Ahhhhh! Eu nunca vi tanto! disse Sheila.
- Quer mais?
- Manda mais, manda, manda mais leitinho.
Drake gozou todo o esperma que tinha guardado desde a última transa, cerca de uma semana atrás. Depois os dois ficaram deitados se curtindo um pouco mais e, para se despedir, a morena perguntou:
- Quando vai ser a próxima?
- Quando você quiser.
- Mas tem uma coisa, disse Sheila.
- O quê?
- Eu não estou muito a fim de um relacionamento grude, grude. Eu quero só curtir.
- Então é assim que vai ser.
- Aparece aqui amanhã, nesse mesmo horário. Vou querer transar muito mais do que hoje.
- Mas eu não tenho carro nem moto.
- Então a gente marca um lugar para eu te buscar.
- Assim fica mais fácil.
Os dois se vestiram e Sheila foi deixar o rapaz próximo a sua casa, pois o que não falta na rua de Drake são fofoqueiros de plantão.

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