terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Dando mole para o professor




Sentada em uma das cadeiras localizadas na área dos fundos da sala de aula, está Adriana. Uma moreninha linda de olhos castanhos- que combinam com seu cabelo escuro- e um belo corpo, sensualmente vestido, diga-se de passagem, a garota não tira os olhos de seu professor, Raimundo, como é chamado. Apesar de ser bastante velho, com cerca de 65 anos, isso não é motivo para que a jovem não consiga ter algumas fantasias sexuais ali mesmo, dentro daquela sala.
Ela imagina como seria fazer sexo com um homem, isto é, um senhor daquela idade. "Será se eu desse mole para ele, receberia resposta à altura?", ela se perguntou. O professor, sentado a sua mesa corrigindo as atividades passadas na aula não faz nem ideia do que está acontecendo dentro da cabeça da aluna que só se senta nos fundos da classe. Ele sempre foi observador em relação as suas alunas. Observação essa que não diz respeito ao aprendizado, capacidade ou, muito menos, entendimento das estudantes. Muito pelo contrário... Gostava de analisar e de comer, com os olhos, as exuberâncias de suas alunas. Como todo idoso, ele sempre ficava imaginando as trepadinhas que dava na adolescência com suas namoradas, piriguetes e ficantes, afinal, quando era mais jovem, seu Raimundo era bastante apreciado pelas garotas. Coisa que não acontece atualmente. Já bastante envelhecido e com um corpo bastante gasto, o professor está com a autoestima sexual já praticamente desaparecida. Ah, se ele soubesse o que Adriana pensa a respeito dele...
A linda garota, que ainda está sentada, disfarça escrever alguma coisa no caderno mas, no interior daquela cabecinha, está rolando uma noite prazerosa de prazer com seu professor de Filosofia. Pensamento esse que, diretamente do cérebro, emite sinais para a sua região genital que, a essa altura, está com a temperatura lá em cima.
Nunca teve afinidade com os conteúdos dessa disciplina. Entretanto, desde que começou a assistir as aulas do professor Raimundo, que substituiu Francisca, uma velha chata e ignorante, até que começou a achar interessante as ideias dos sofistas, por exemplo. Mas naquela mente infanto-juvenil não tinha espaço para Sócrates naquele momento. Pensava em prazeres de gente grande. Imaginava o professor Raimundo chegando para ela e agarrando-a ali mesmo no canto da sala, quando terminasse a aula e todo mundo tivesse ido embora, é claro. Não queria causar escanda-lo à escola e as suas colegas de classe. O professor poderia simplesmente meter a mão na calcinha cor de rosa que a garota veste e começar a massagear aquilo que está escondido no interior da peça íntima. Adriana não faria nada, disso pode ter  certeza. "Muito pelo contrário, deixaria ele colocar e movimentar aqueles dedos rugosos e cheios de ondulações dentro de mim, eu ficaria maluca." ela refletiu. Permitiria isso, sim, com certeza. Poderia se satisfazer com qualquer um dos garotos matriculados na escola. Todos são loucos de desejos por Adriana. Fariam tudo o que pedisse. Mas ela quer o professor.
Cansada de tanto ficar sentada, por fim ela se levanta, para ir até a mesa onde está o professor. Todo os alunos da sala, principalmente os rapazes, notam a atitude da jovem. Não por desconfiar dos pensamentos eróticos de Adriana. Estavam apenas um pouco assustados, reação comum ocorrida quando você acorda de um delicioso sono durante uma chata aula de Filosofia em pleno último horário.
Quando, por fim, chega ao destino, a garota se debruça em sua frente, se insinuando para o idoso. Este por sua sua vez, percebe a pose feita por aquela que considera se não a mais sexy da escola e decide dar-lhe um daqueles sorrisinhos sem vergonha para a moça, jogando um pouquinho de charme.
- O que você deseja, garotinha? Pergunta o professor.
- Nada, tá um saco ficar lá nos fundos e decidi vir aqui para ver o que você está fazendo.
Nesse momento, ela empina seu traseiro um pouco mais para o lado onde o professor está sentado. Percebendo a atitude da jovem, desconfia do temperamento dela e decide, para comprovar sua desconfiança, se acomodar mais para o lado no qual Adriana está se deslocando. Ela rapidamente percebe a reação do professor e fica toda fogosa. Empina mais uma vez para o mesmo lado, toda assanhadinha. O professor, tendo já conseguido sua prova, lhe dá mais um sorriso safado e, dessa vez, passa a mão pelas pernas da garota, isso por de trás da mesa. A turma, totalmente cansada e desestimulada a assistir o restante da aula, tinha voltado a sua soneca, ficando apenas os dois personagens ali, como se estivessem sozinhos na classe. Adriana olhando o velho professor, enquanto balançava levemente sua bunda para lá e para cá. Seu Raimundo, todo animadinho, já estava com suas mãos sobre os glúteos da moça.
- Quer sair comigo? Perguntou o professor.
- Pra onde?
- Qualquer parte.
- Você é casado?
O professor era divorciado há cerca de 5 anos e passou o mesmo período na famosa "seca", por isso respondeu:
- Sou divorciado.
Depois de uns segundos, ela indagou:
- Você mora sozinho?
- Mais é claro...
Sussurrando, de forma provocante, no rosto do velho, ela diz:
- Então me leva para lá, tiozinho. Quero realizar minhas fantasias com você.
O professor ficou todo empolgado.
- Quer ir depois que sairmos daqui?
- Mais é claro...
- Vou estar te esperando na esquina da rua, você sabe qual é o meu carro, não é?
- É um vermelho?
- Sim, bebê.
- Pois me espere lá dentro, tiozinho. Antes vou ligar para minha mãe e contar a ela uma desculpa para chegar mais tarde em casa.
- Pois está combinado.
Depois disso, os dois ficaram se olhando, quietos, esperando tocar a campainha de término da aula. Adriana fazendo a mesma cena de antes, balançando sua bunda para lá e para cá, provocando-o. O professor, que só tinha os olhos e pensamentos na moça, demonstrava que estava muito excitado com aquilo, às vezes jogando olhares safados  para o zíper da calça, ao mesmo tempo em que começava a acariciar aquele volume, provocando risos na jovem. E as avaliações? Ficaram ali, esquecidas sobre a mesa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu Blog · Design por Alves Alvin · Todos os direitos reservados - Copyright © 2014 · Tecnologia do Blogger